RESULTADOS:


Dylan O’Brien estrela o filme American Assassin (O Assassino: O Primeiro Alvo no Brasil), da CBS. Dylan interpreta Mitch Rapp, um jovem recrutado para trabalhar com operações secretas após o assassinato de sua noiva pelas mãos de um ataque terrorista. O personagem de Dylan é treinado no filme por Stan Hurley, interpretado por Michael Keaton, para se tornar um guerreiro irrevogável e para prevenir as mortes de incontáveis inocentes.

Dylan falou recentemente com Matt Weiss, representante local da CBS, para discutir sua preparação para o filme, seu trabalho com Michael Keaton e a legitimidade de sua barba:

Ei, Dylan. Como está?

Eu estou bem, bem mesmo. E você?

Estou ótimo! American Assassin estreia dia 15 de setembro e você interpreta o personagem principal, recruta de operações secretas, Mitch Rapp. Então começaremos com a pergunta mais importante. Notei que em algumas cenas do trailer você esta com uma barba bem fechada. Foi uma criação do departamento de figurino ou era tudo natural?

Era minha! Algumas cenas tivemos que recriar, pois quando se filma fora de ordem, outras cenas vão aparecendo e temos que recriar. Mas era com minha barba que apareci em Londres para o filme.

Muito bem, bom trabalho com ela.

Obrigado! (rindo)

Mudando o assunto sobre pelos faciais, você estava se recuperando de uns ferimentos bem sérios durante a filmagem, incluindo uma concussão e uma fratura facial. Como que foi assumir este papel tão exigente fisicamente enquanto você ainda se recuperava de tudo aquilo?

Foi a coisa mais difícil que fiz. Para ser honesto, foi um momento muito difícil. Foi bem desafiador e pareceu que foi bem rápido. Definitivamente, em alguns momentos eu estava sobrecarregado e eu meio que estava muito consumido pela minha vida pessoal e sabia que era responsável pelo papel. E eu queria ser o melhor que pudesse pelo papel, queria estar na melhor forma e queria ter o máximo de tempo possível. Houve momentos nos quais eu estava absolutamente sobrecarregado mas foi algo que acabou sendo muito bom pra mim. Estou muito feliz por ter conseguir passar por tudo porque foi instrumental na recuperação. Foi o maior desafio da minha vida, mas sempre será algo muito especial para mim.

Você mencionou que queria preparar suas habilidades da melhor maneira. Como foi o treinamento para este papel? Era tipo duas vezes por dia na academia? Muito treinamento de combate?

Sim, eram duas vezes por dia na academia, muito peso de manhã e treinamentos de luta à tarde, jiu-jítsu duas vezes por semana. Pra falar a verdade, o meu treinador, Roger Yuan, era bem mais que apenas um treinador para mim. Ele era tão ótimo em me ensinar tudo, não apenas me mostrar como dar um soco; era realmente sobre ensinar sobre os etilos de luta, movimento, respiração. Ele não é o tipo de treinador cheio de músculos que vive socando tudo. O foco era flexibilidade, movimento e velocidade, realmente entender os três tipos diferentes de artes marciais que ele estava me ensinando. Esta foi a maior parte, obviamente tivemos algumas limitações no começo porque tinham se passado apenas quatro, quatro meses e meio da cirurgia. Conforme progredimos, eu fui sendo capaz de acelerar mais e mais. Recebi um aval do meu médico e por oito semanas nos víamos duas vezes ao dia e ele ficou comigo basicamente o filme inteiro. Praticávamos no set, eu tinha uns pesinhos no meu trailer. Foi hilário, foi a primeira vez que passei por algo assim então foi engraçado.

Por ser a primeira vez que passou por este tipo de treinamento para um projeto, o que te motivou a querer este papel? Ou foi por outros aspectos do personagem?

Muito mais pelos aspectos do personagem no sentido de ‘quem é esse cara’. Quando li o roteiro pela primeira vez, senti que a história estava realmente lá. Era um grande papel pra mim, pra ser honesto. Eu senti que tinha força e parecia impactante e emocional, era algo que eu conseguia acreditar. Senti que tinha muito potencial pra ser uma boa decisão comercial, mas também, primeiro e acima de tudo, é algo que me fazia sentir realizado. Então, pra mim, fui atraído pelo arco do personagem. Senti que era realista.

O filme é baseado no livro “American Assassin” de Vince Flynn. Te ajudou ter aquele material fonte para conseguir entrar no papel ou foi mais importante para você fazer este personagem como seu?

Mais o último. Eu sabia dos livros e quantos havia e que esse cara (Mitch Rapp) seria muito da imagem que as pessoas têm na cabeça delas. Pra mim era importante ser o mais original possível, mas vir de mim e construí-lo do nada da minha maneira, da melhor que consegui.

Muito legal. Então… você é um jovem, você tinha 25 anos quando o filme foi filmado e agora você tem 26. Como foi pra você ser capaz de trabalhar ao lado de atores experientes e muito bem respeitados feio Michael Keaton?

Foi incrível, cara. Foi um sonho. Ele é um cara que cresci assistindo e era fã quando eu era criança. Quando comecei a atuar, eu continuei fã e o respeito só aumentava. Foi uma aventura, foi definitivamente uma das partes mais atraentes do projeto e é uma das coisas mais legais de se lembrar. Numa base diária, você percebe “Uau, legal. Este é o Keaton”. Mas ele é apenas um cara normal e bem realista. Ele é completamente focado quando necessário e leva o trabalho a serio, mas não se leva muito a sério. Foi bem legal ver como ele lida com as coisas. Você vê as atuações dele crescerem na tela, e, especialmente como ator, você se pergunta como ele consegue atingir este nível. Então era bem legal ver como ele lidava com tudo.

É ótimo que você conseguiu ter esta experiência com ele. De novo, American Assassin estreia em 21 de setembro. Para alguém que ainda não tenha comprado ingressos: você consegue promover o filme ao descrevê-lo em três palavras?

Ah não, é impossível (ri). Que tal “vá assistir logo”?

Viu, não foi impossível! Bom trabalho.

Ok, eu arrasei (ri)!

Obrigado pela entrevista hoje, Dylan. Incrível falar com você e boa sorte pelo seu caminho.

Ei, cara. Você também! Viva!

O Assassino: O Primeiro Alvo estreia nos cinemas brasileiros em 21 de setembro, não perca!

Publicado por Arthur Aguilhar em 09.09

Com American Assassin (O Assassino: O Primeiro Alvo no Brasil) se aproximando, Dylan O’Brien está em turnê para divulgação de seu novo filme. Durante uma – de diversas – entrevistas, o ator ensinou ao famoso site FANDOM suas técnicas de luta, pois foi necessário para entrar em estúdio. Assista:

Dylan O’Brien é mais conhecido por interpretar Stiles na série Teen Wolf. Mas como a série de sucesso irá terminar, e estreiará o terceiro filme da saga Maze Runner, ele está fazendo a transição para estrela da tela adulta. Começando com um papel como um assassino com um mega rancor em um filme de ação violento, American Assassin.

No filme, ele se prepara para perseguir o terrorista responsável pela morte de sua noiva e impressiona as autoridades com sua espionagem louca, tenacidade e habilidades de luta.

Quando ele é resgatado de uma situação que está fora de controle, a CIA o recruta para o rebanho. Ele é enviado para treinar com o veterano da Guerra Fria e instrutor de elite Stan Hurley. Os dois acabam trabalhando juntos em uma missão antiterrorista para descobrir e pôr fim a uma trama de bomba mortal.

E é nesse momento que ele coloca sua novas habilidades em jogo. FANDOM pediu a Dylan O’Brien para demonstrar seus movimentos mais mortais, usando-nos como seus adversários. Ele obedeceu.

D: Tudo bem, vamos lá. Isso é ótimo. É uma ótima entrevista.
E: Queria saber se você poderia demonstrar seus movimentos de assassino preferidos.
D: Sim! Levante, levante, vamos lá.
D: Eu vou te bater bem aqui. Isso se chama um cruzado de direita. Tipo assim. Você tem que fazer assim. Isso de chama brigas de filme. Então é muito bom. Como pareceu isso? Vira um pouquinho…
E: Por que você está sorrindo enquanto faz isso?
D: Isso é hilário. Só estou te batendo.
E: E aquele movimento que quebra o braço?
D: Podemos fazer esse. Eu vou expor seu osso desse jeito, e quando sair, vou usar para esfaquear sua garganta. Vou colocar bem assim.
E: E é isso?
D: Ele é criativo, não é? Aí está um pouco de criatividade.
E: E aquele momento que…
D: Não acredito nisso.
E: Stan está treinando você e ele faz aquele movimento da garganta, então ele te gira.
D: Com certeza. Isso é ótimo. Ok, vem cá.
E: Esfaqueando você aqui.
D: Vem para cima de mim com uma faca na sua mão direita. Vou agarrar sua mão bem assim, então bater com meu cotovelo no seu rosto, eu acho, então ele me gira assim por cima do ombro e até ali, você quer que eu gire?
E: Sim.
D: Sim? vamos lá. Isso é ótimo. É uma ótima entrevista.
E: Meu Deus, minha mão.
D: Você vai dar uma cambalhota e cair bem ali.
E: Ok, então eu fico no chão.
D: É mais ou menos como se você girasse sozinho, e ele finge que está te girando. Quando se vê é como um pequeno truque. Você aterrissa com os pés e finge “ah, cara, você me girou”, mas você se girou sozinho.
E: Brilhante.
D: Não é legal?
E: Muito legal.

O Assassino: O Primeiro Alvo estreia nos cinemas brasileiros em 21 de setembro, não perca!

Publicado por Arthur Aguilhar em 09.09

Estamos cada vez mais próximos de finalmente ver American Assassin (O Assassino: O Primeiro Alvo no Brasil) nos cinemas e a cada nova entrevista de Dylan O’Brien ficamos ainda mais animados em ver Mitch Rapp em ação.

Em entrevista com o site Bustle, O’Brien mais uma vez se abre sobre o grave acidente que sofreu ano passado e o quão importante American Assassin foi nessa recuperação, em conversa honesta com a jornalista Sydney Bucksbaum.

Confira abaixo a tradução da matéria feita pela equipe Dylan O’Brien Brasil:

Existe uma tendência problemática tomando forma em Hollywood. O número de acidentes nos sets e mortes durante o que deveriam cenas seguras tem aumentado nos últimos anos tanto nos sets de séries quanto de filmes (The Walking Dead, Deadpool 2, American Made, para citar alguns), e Dylan O’Brien não é um estranho nesse tipo horrível de ocorrência.

A estrela de Teen Wolf sofreu seu próprio acidente no set quando estava filmando o terceiro filme da franquia de Maze Runner, A Cura Mortal, em março de 2016. O’Brien foi jogado de um veículo em movimento e atingindo por outro carro durante as filmagens, resultando em ferimentos tão graves que a produção foi suspensa logo após ser iniciada em maio. O ator de 26 anos passou os próximos meses em recuperação, ficando fora dos holofotes e focando em se recuperar. A primeira vez que ele foi visto em público depois que notícias do seu acidente foram publicadas foi cinco meses depois, quando ele começou a treinar para American Assassin, seu primeiro projeto depois do incidente em Maze Runner.

Conversando com O’Brien durante a coletiva de imprensa de American Assassin em Los Angeles no final de julho, a estrela revelou que não tinha muita certeza de que voltar tão cedo para um filme de ação era a decisão certa. Mas ele aproveitou a oportunidade e acabou percebendo que American Assassin era exatamente o que ele precisava.

“Parte do motivo pelo qual aceitei esse papel foi porque era um desafio como ator e algo que eu não tinha feito antes, um personagem mais velho, mais como um homem, dos que eu tinha interpretado,” O’Brien diz. “Mas pessoalmente para mim, foi um jornada. Esse filme foi muito importante para eu me ajustar.”

Passar por treinamento intenso de combate para dar conta do personagem Mitch Rapp dos livros best-seller de Vince Flynn “não foi nada fácil de fazer,” segundo O’Brien, fisicamente, mentalmente e emocionalmente.

“Tudo no meu corpo estava rejeitando aquilo,” ele diz olhando para suas mãos, sua voz tremendo um pouco quando ele se lembra dos primeiros dias de sua recuperação. “Você tem medo de voltar para algo assim. Fiquei feliz que me esforcei e fiz aquilo, porque ultimamente foi a melhor coisa para mim. Sempre serei grato pelo que isso foi para mim na minha recuperação e vida pessoal. Eu estou muito orgulhoso de ter feito isso. Foi provavelmente o maior desafio.”

Antes do seu acidente, O’Brien nunca duvidou da segurança das cenas de ação que ele era pedido para fazer. E enquanto ele “deixou essa experiência para trás”, depois de sofrer e se recuperar de seus ferimentos, ele olha para as cenas de ação durante as filmagens de um jeito muito diferente agora.

“Eu me esforcei bastante para deixar isso no passado e processar e aceitar o que aconteceu e superar o que eu passei no tempo de recuperação. Mas ao mesmo tempo, não vou abordar as manobras que eu fazia do mesmo jeito. É algo que muda em você. Segurança está à frente da minha mente agora, assim como deveria ser para todo mundo em um set.”

Passar por essa experiência tem feito O’Brien um defensor de segurança nos sets, e é claro com o contínuo índice de ferimentos e mortes em sets de Hollywood durante cenas de ação que seu trabalho está longe de terminar.

“Não há motivo no que fazemos e em gravar filmes que façam com que alguém deva se ferir ou ter um acidente tão tremendo quanto esse,” O’Brien diz. “Existe uma maneira que as coisas devem ser feitas, e eu entendo essas maneiras agora. Eu nunca vou deixar me colocarem em uma posição dessas de novo, absolutamente. Eu definitivamente não vou nessa de ‘Pule. ’ ‘O quão alto? ’, sabe? Eu sou muito mais cuidadoso em relação a isso agora e sempre serei.”

Encontrando uma luz no fim do túnel de seu acidente, O’Brien conseguiu passar muito tempo da sua recuperação se preparando para a esperançosa franquia de American Assassin – tanto que ele se sentiu mais confiante aceitando esse papel do que qualquer outro que ele já fez.

“Tive mais tempo de preparação para esse filme do que qualquer outro, mas isso foi porque eu passei muito tempo me recuperando,” ele disse. “Então estava tudo na minha cabeça por um tempo. Sempre estive pulando de projeto para projeto. Nunca tive oito semanas completas para treinar como tive nesse e realmente entrar no papel e descobrir como queria que esse personagem ficasse.”

Ele descreveu como ele tinha “razões muito específicas” para dar um cabelo longo e barba bem crescida para Mitch Rapp, e entrar realmente no personagem desse jeito. “Eu tive muito tempo para ficar com esse personagem na minha cabeça e fazer minha preparação, então quando cheguei ao set, me senti como se fosse o primeiro dia, eu estava meio, ‘Cara, isso é muito bom. Estou muito feliz de finalmente estar no set, dar vida para esse personagem que fiquei tanto tempo pensando.’ Foi legal. Foi um bom período de preparação.”

*Mais uma vez ficamos sem palavras, a força do Dylan é admirável e vê-lo bem e saudável promovendo um projeto que significa tanto pra ele nos traz uma alegria sem tamanho e um orgulho tremendo.

Como o próprio ator faz questão de destacar, American Assassin e Mitch Rapp tem uma importância imensa em sua vida pessoal e profissional e por isso mal podemos esperar para apoiá-lo nos cinemas ao mesmo tempo que ficamos animados imaginando o que o futuro tem guardado pra esse menino tão determinado e talentoso.*

O Assassino: O Primeiro Alvo estreia nos cinemas brasileiros em 21 de setembro, não perca!

Publicado por Ana Paula Souza em 09.09

Com a estreia do filme cada vez mais próxima, a divulgação de American Assassin (O Assassino: O Primeiro Alvo no Brasil) está cada vez mais pesada e por isso um novo clipe da adaptação cinematográfica foi divulgado.

O site Collider trouxe com exclusividade uma cena do filme onde podemos ver Dylan O’Brien na pele do protagonista Mitch Rapp durante um “jogo de guerra” que faz parte do seu treinamento na CIA.

American Assassin Exclusive Clip

Think you could make it through this American Assassin VR training? Peep an exclusive training clip from the upcoming film.

Opublikowany przez Collider.com na 6 września 2017

Confira abaixo a matéria traduzida por nossa equipe:

Dylan O’Brien interpreta jogos de guerra em clipe exclusivo

Nós do Collider temos um clipe exclusivo de American Assassin para compartilhar. Baseado no romance homônimo de Vince Flynn, o filme estrela Dylan O’Brien como Mitch Rapp, um jovem recrutado pela CIA que será instruído por um veterano de guerra, Michael Keaton. Durante o filme, Rapp é enlistado para investigar uma onda de, aparentemente, ataques aleatórios que poderiam desencadear Terceira Guerra Mundial.

Neste clipe, vemos Dylan e outros participando dum jogo de guerra cujo objetivo é treinar a rapidez deles em acertar antagonistas. É uma sequência bem articulada – como paintball mas bem mais doloroso – e isso mostra um pouco do trabalho dinâmico com as câmeras do diretor Michael Cuesta.

Confira o clipe exclusivo de American Assassin. Com roteiro de Stephen Schiff e Michael Finch e Edward Zwick & Marshall Herskovitz, o filme ainda estrela Sanaa Lathan, Shiva Negar, Scott Adkins e Taylor Kitsch. American Assassin estreia dia 14 de setembro.

O Assassino: O Primeiro Alvo estreia nos cinemas brasileiros em 21 de setembro pela distribuidora Paris Filmes.

Publicado por Ana Paula Souza em 09.09

Durante a turnê de divulgação de seu novo filme, “O Assassino”, Dylan O’Brien resolveu falar sobre o acidente que sofreu durante as gravações de “A Cura Mortal” (clique aqui). Em entrevista ao portal Vulture, o ator falou que estava antecipando falar sobre o acidente durante um longo tempo, seu primeiro semestre na faculdade, carreira e muito mais. Confira:

Dylan O’Brien sabe que você quer saber o que aconteceu com ele.

Algumas pessoas procuram cicatrizes pelo rosto. Outros fazem perguntas ao ator de 26 anos sobre o acidente em 2016 que quase terminou com sua carreira e poderia ter acabado com sua vida. Por mais de um ano, ele conseguiu esquivar esse escrutínio e se recuperar em privado. Agora, com um novo filme saindo e a turnê de imprensa necessária para promovê-lo, as coisas são diferentes.

“Eu estava antecipando isso por um longo tempo”, diz ele durante o almoço no Four Seasons, em Los Angeles. “Costumava realmente me irritar, mesmo apenas em pensamento. Eu sabia que, eventualmente, eu seria perguntado sobre isso”.

Ele confessa esses pensamentos de raiva naturalmente, como qualquer pessoa poderia, embora ele fique chateado até mesmo por fiCar chateado. Essa decência de olhos curiosos revelou-se a chave para o sucesso de tela de O’Brien: em seu papel revolucionário como líder da franquia do Maze Runner, ele é introduzido na mídia, empurrado para um coliseu de terror antes mesmo de aprender quem é seu personagem. À medida que ele agita e tenta, ao lado do público, dar sentido a sua situação de outro mundo, você não pode deixar de torcer para ele.

Nem todos os atores podem inspirar esse sentimento em um espectador, mas no caso de O’Brien, é apenas inato que o diretor de seu novo filme, o longa de ação American Assassin, o lançou simplesmente depois de olhar seu tiro na cabeça. “Eu lembro naquela primeira discussão com meus produtores, os nomes foram jogados ao redor, e o nome que eu ainda não sabia era o do Dylan”, diz Michael Cuesta. “Eu olhei para ele, vi sua foto, e eu simplesmente disse instintivamente: “Ele é o cara certo”. Havia uma inocência e uma vulnerabilidade nele ele, e eu nem tinha visto seu trabalho ainda. É um instinto em que você precisa confiar”.

Cuesta não era a único que estava atormentado. Numa época em que Hollywood gostava de importar a maioria dos seus jovens líderes do exterior – como o Tom Holland de Spider-Man, John Boyega, da Star Wars, e toda uma família de Hemsworths – Maze Runner estabeleceu O’Brien como uma estranha estrela de cinema caseiro. Seu perfil cresceu cada vez mais enquanto ele filmou as sequências para Maze Runner e aproximou-se do final da sua performance na série MTV Teen Wolf, e quando o trabalho começou no terceiro e último filme Maze Runner, O’Brien começou a olhar para o futuro.

E então, apenas alguns dias depois de filmar aquela sequência, O’Brien ficou gravemente ferido em uma cena que saiu errada. Tirado de um veículo, ele teria sido atingido por outro, deixando-o com uma concussão, fratura facial e trauma cerebral entre os ferimentos. A produção parou por várias semanas, ainda indefinida. O’Brien retirou-se da visão pública durante sua recuperação, enquanto os rumores diziam que ele não voltaria ao filme. No meio do ano, O’Brien tentou curar-se e, no ponto mais baixo de sua vida, queria saber se queria continuar sua carreira. “Eu realmente estive em um lugar escuro por um tempo e não foi uma viagem fácil de volta”, diz O’Brien. “Houve um tempo onde eu não sabia se conseguiria fazer novamente… e esse pensamento me assustou também”.

Agora, porém, ele está pronto para falar sobre isso.

“De muitas maneiras, esses seis meses foram assim”, ele diz, estalando os dedos. “E então, de muitas maneiras, ainda me lembro que desses seis meses como se fossem cinco anos da minha vida”.

Pergunte a maioria das jovens atrizes quando queriam se tornar uma estrela de cinema, e nem sequer seria uma questão: eles planejavam toda a vida. Kristen Stewart atua desde que ela era pré-formada, e aos 14, Emma Stone reuniu uma apresentação em PowerPoint para convencer seus pais de se mudar para Los Angeles para que ela pudesse fazer audições. Mas jovens homens americanos parecem agir de forma diferente – ou indiferente. Channing Tatum era um modelo e dançarino que apareceu em comerciais antes de se tornar uma estrela de cinema. Chris Pratt trabalhou alegremente na obscuridade como um garçom de Bubba Gump no Havaí quando ele foi convencido por um cliente para atuar em seu filme.

A inclusão de O’Brien na indústria cinematográfica também não foi planejada. Seus pais possuíam experiência – a mãe de O’Brien dava aulas de atuação, enquanto seu pai mudou a família para a Califórnia quando O’Brien tinha 12 anos para que ele pudesse trabalhar como operador de câmera – mas no ensino médio ele tocava bateria em uma banda de jazz, em vez de se inscrever para a aula de teatro. Como muitos de seus colegas de classe, O’Brien tinha o hábito de publicar vídeos no YouTube. Eles ainda estão lá: Confira sua página de usuário em “moviekidd826” e você pode assistir todos os 14 de seus curtos esboços de quadrinhos. Alguns deles são bastante simples, como sua sincronização de lábios muito entusiasmada com a música Spice Girls, “Wannabe”, e um dos clipes carregados é um vídeo que ele fez para pedir uma garota para ir ao baile.

Ainda assim, os curtas são inteligentes e surpreendentemente orientados para a narrativa, e O’Brien é um executor cômico em todos eles. Ele não teria pensado no que ele estava fazendo como agindo – ele estava apenas sendo ele mesmo, afinal. Mas é exatamente essa qualidade que o tornou tão atraente, e como os vídeos começaram a circular, ele foi contratado por uma mulher que ainda é hoje é sua agente. Em breve, ele foi enviado para audição de projetos como Dia dos Namorados e Feiticeiros de Waverly Place.

Ele não cresceu sabendo que ele queria ser um ator, mas vale dar crédito a O’Brien: uma vez que ele percebeu isso, ele se comprometeu. “Meu primeiro semestre de faculdade, fiz sociologia e inglês e psicologia, e tudo o que me interessava, e quando chegava em casa, me preparava para qualquer audição que eu tivesse”, diz ele. “Eu estaria na IMDb olhando para os projetos em desenvolvimento que eu gostaria de fazer e eu os enviaria para o meu agente e seria como, ‘O que está acontecendo com isso?'” Sua ambição geralmente superou sua experiência. “Eu estava obcecado por ter uma dessas audições finalmente funcionando, e eu estava muito impaciente”, lembra ele, rindo. “O meu agente era tipo, “Você tem que entender, isso pode levar anos. “E eu era tipo, ‘Não, não, não, eu vou pegar um desses'”.

Apenas alguns meses após a formatura do ensino médio, foi exatamente o que aconteceu. O’Brien foi escalado para Teen Wolf, uma série da MTV baseada no filme Campy (1980). A versão se tornou mais obscura e o elenco preenchia os buracos, com os uivos da audiência cada fez que um lobisomem sexy tirava a camisa. Foi um sucesso notável para a MTV, e embora O’Brien tenha sido escolhido como o melhor amigo humano – não como o protagonista, Scott, ou como qualquer uma das criaturas no show – o papel era bom para o menino charmoso. Ele não era apenas o amigo de Scott. Ele parecia o seu também.

“Aquela série se tornou minha escola de muitas formas,” disse O’Brien. “Eu nunca fiquei um segundo no set por obrigação. Mesmo no meu primeiro dia, quando meu trabalho terminou, mas eles estavam indo para outro lugar filmar outra cena, eu simplesmente fui com eles.” Teen Wolf filmava apenas 5 meses no ano, então O’Brien teve muito tempo para outros projetos: Ele tirou a virgindade de Zooey Deschanel em um flashback de New Girl, e foi para as telonas em filmes como A Primeira Vez e Os Estagiários. “Eu queria estar em quantos sets pudesse,” disse ele. “E eu ainda era muito ambicioso quanto ao cinema também.”

Em 2013, o ano após Jogos Vorazes vir à tona, O’Brien foi escalado para ser protagonista em outra franquia de livro para filme, The Maze Runner. Os raros 100 milhões atingidos por um ator jovem com menos de 25 anos, impulsionaram O’Brien para listas de estúdio, e levaram a mais trabalhos em filmes maiores, incluindo Deepwater Horizon de Peter Berg e uma sequância do Maze Runner, Prova de Fogo. Um sinal de sua crescente influência foi quando a Fox o pôs em anexo para uma comédia de ação, e como Cuesta estava procurando alguém para interpretar Mitch Rapp em American Assassin, ele escolheu O’Brien.

“Ele parece o tipo de garoto certo, como os amigos mais velhos do meu filho,” disse Cuesta. “Como um jovem que tem um pé no pós-adolescente e está prestes a atravessar a idade adulta e tomar esse rito de passagem.”

Em março de 2016, assim como O’Brien dirigiu-se a Vancouver para filmar o Maze Runner: A Cura Mortal, ele se comprometeu a estrelar no American Assassin, o que representaria sua maior ruptura até agora dos papéis jovens. Ele planejou filmar após acabar A Cura Mortal, dar adeus a Teen Wolf, e passar para os filmes que os estúdios estavam preparando para ele.

“Vê-lo florescer em sua carreira e ver o que estava assumindo, foi incrível assistir”, disse o pai de O’Brien, Patrick. “E então, ver isso quebrando… foi difícil.”

O’Brien preferia não reviver os detalhes de seu acidente. “Realmente houve uma ou duas pessoas que tentaram cavar e descobrir o que aconteceu e eu cortei”, diz ele. “E eu me sinto confortável com isso”.

O que se sabe é que depois dessa “acrobacia” ter dado errado no set de A Cura Mortal, a produção encerrou em 18 de março de 2016, o estúdio planejou retornar em 9 de maio, esperando ainda fazer o lançamento do filme em fevereiro de 2017. Semanas depois, ficou claro que os ferimentos de O’Brien eram tão sérios que a filmagem não poderia recomeçar.

“Eu perdi muitas funções na minha rotina diária,” disse O’Brien. “Eu estava em um ponto em que sentia que não podia lidar com situações sociais, muito menos ser responsável pelo trabalho todos os dias. Longas horas no set, performances, e o andamento de um filme… faziam minhas mãos suarem.”

O’Brien chama seu processo de recuperação “esmagador”, embora o maior problema que o acidente levou a ele foi psicológico. Mesmo que ele pudesse encontrar seu caminho de volta ao senso de estabilidade que ele teve antes do acidente, e mesmo que essas cicatrizes pudessem curar, ele ainda gostaria de retornar à carreira de cinema de alto nível que ele trabalhava tão duro para criar? Depois que tudo foi embora, ele não podia sequer ter certeza de que era a mesma pessoa.

“E então também havia uma parte de mim, que estava se sentindo pressionado e estressado pelo simples fato de eu ter todas essas pessoas ainda me enviando e-mails, vendo como eu estava,” ele disse. “Eu fiquei tão louco. Se eu ouvisse de algum produtor quando eu poderia voltar ao set, eu ficaria louco. Realmente me irritaria.”

Mas como O’Brien se recuperou em particular, os rumores voaram de que seus ferimentos eram muito piores do que o relatado, e as pessoas que estavam por trás dos projetos de O’Brien foram obrigadas a pesar suas opções. Cuesta não queria achar pessoas novas para American Assassin, mas também não sabia o estado de sua estrela. Durante sua recuperação, O’Brien não se comunicou com a produção por 4 meses.

“Eu não queria deixar pra lá, e eu também tive essa conexão muito interessante e profunda com esse personagem ao longo desses quatro meses por causa do que eu estava passando”, diz O’Brien. American Assassin começa com uma tragédia, quando a noiva de Rapp é assassinada por terroristas durante as férias na praia e morre em seus braços. Perdido em um buraco de dor, Rapp gasta os próximos meses armando sua raiva e decide caçar seus próprios assassinos. “Eu senti como se eu pudesse repassar isso e queria ser o único a fazer justiça – era quase como uma honra para mim nesse ponto”, disse O’Brien. “Mas, ao mesmo tempo, eu ainda estava em um estado tão frágil e pessoal que eu tinha essa outra força me dizendo, ‘de jeito nenhum eu posso fazer isso’. “Está muito cedo, muito cedo. Diga-lhes que me deixem em paz, eu preciso de mais tempo.””

Infelizmente, o filme não tinha muito tempo de sobra. Se American Assassin não entrasse em produção antes de uma certa data, os direitos do filme voltariam para a propriedade de Flynn, e se O’Brien ainda quisesse atuar como Rapp, ele teria que passar dois meses se preparando fisicamente para o papel. Era um regime assustador de aprender a coreografia de luta e adicionar músculos à sua moldura que levariam muito trabalho para qualquer ator, e muito menos para alguém que ainda estava cambaleando no seu físico. “Eu sabia que não iria voltar para o cavalo de maneira leve”, diz O’Brien.

E assim, no final de julho, ele se comprometeu com American Assassin. Era um sinal para a indústria que ele queria voltar a trabalhar, mesmo que, em particular, ele ainda se perguntasse se ele poderia conseguir. Por um lado, as horas que O’Brien passou na academia com o coordenador de ação Roger Yuan deu algo sobre o qual ele poderia se concentrar durante esses longos dias. Mas, mesmo quando cresceu fisicamente, O’Brien ainda estava lutando com fortes episódios emocionais e psicológicos durante sua recuperação.

“Às vezes eu literalmente aparecia na academia tendo ataques de pânico, e meu treinador ficava tipo ‘Tudo bem, vamos só pegar um café da manhã,'” disse O’Brien, que tratou Yuan quase como um terapeuta. “Eu não poderia dar todos os créditos que ele merece… ele realmente estava lá por mim, e não apenas como um treinador tipo ‘Vamos lá cara, eu tenho que te bombear.’ Ele se importou mais com a minha mente e meu estado.”

Perto do fim do seu treinamento, O’Brien estava na melhor forma física que ele já havia experimentado, um desenvolvimento improvável dado os acontecimentos dos últimos meses. Mas, apesar de todo esse treinamento para se tornar Mitch Rapp, a ansiedade de O’Brien só cresceu à medida que a data de início se aproximava. No dia em que ele deveria dirigir para Londres para se preparar para filmar o filme, O’Brien teve o que ele descreveu como uma crise emocional no aeroporto. Com seu pai e sua namorada Britt Robertson ao seu lado, ele questionou se ele poderia continuar.

“Eu nem pensei que eles iriam comigo no avião, para ser honesto,” disse ele. “Eu deveria estar parecendo distraído ou algo assim.” O pai de O’Brien, que planejava passar as primeiras semanas em Londres, animando seu filho, provou ser a pedra que ele precisava naquele momento. “Eu não acho que teria conseguido entrar no avião sem ele”, diz O’Brien.

“Foi um ano difícil para nós,” disse o pai Patrick. “Era difícil vê-lo daquele jeito… ele é um garoto tão especial.” Patrick nunca havia pisado em um set de Dylan antes – “Eu sempre pensei ser importante deixar a vida ser dele e não minha” – mas no primeiro dia de filmagem de American Assassin, ele sabia que tinha que estar lá. “Foi loucura,” disse Patrick. “Eu estava olhando para ele através dos monitores, e ele estava arrebentando com 50 flexões entre as tomadas.”

Foi sem palavras ver Mitch aparecendo meses após a morte de sua noiva, observá-lo treinar e endurecer em seu apartamento escuro. Quando O’Brien encurralou em um saco de socos e expulsou dezenas deles, a intensidade era como nada que Patrick tinha visto de seu filho antes: “Obviamente, eu fiquei preocupado. Estava observando os monitores e estava vendo o estresse que ele colocou em seu corpo e em seu rosto e em todos os lugares que têm sido preocupados com o atraso.”

“Quando Cuesta disse “corta”, Patrick foi em direção ao Dylan. “Eu fiquei quase nariz a nariz com ele, e eu não tenho certeza se ele me viu imediatamente. Ele estava muito no personagem. E eu disse ‘Dylan?’ Ele olhou pra mim meio focado. E eu disse: ‘Você está bem?’ E ele disse: ‘Estou bem.’
“Se ele não tivesse o acidente,” disse Cuesta, “ele teria se conectado tão bem com Mitch? Eu não sei, mas definitivamente trouxe a verdade.”

O’Brien reconhece isso também. “Passei por muito esse verão, e o fato de passar todo esse tempo, nem mesmo sabendo se poderia fazer isso novamente…” Ele pausa, e engole. “Mesmo agora, ainda é um pouco difícil de falar.”

Patrick continuou o resto da filmagem como operador de câmera, ficando ao lado dele quando mais precisava. Com o pai dele ali, ele poderia ser destemido. “Eu apenas pensaria em onde eu estava psicologicamente em junho e julho, quão insuperável a tarefa me pareceu”, diz O’Brien. “E então só para estar lá no último dia, sabendo que eu fiz, com meu pai lá ao meu lado, foi apenas um sentimento realmente, realmente ótimo”.

“Ele está bem agora,” disse Patrick. “E nada faz um pai mais feliz.”

O’Brien não adoça sua recuperação. Sentado à minha frente no almoço, ele se parece cada centímetro com a estrela de cinema que era antes: cabelos desgrenhados, olhos brilhantes, barba por fazer. Ele é sincero sobre o que o levou até ali, no entanto, mesmo depois d efilmar American Assassin, a questão permaneceu: ele estava pronto para terminar Maze Runner: A Cura Mortal, a série que lhe deu tanta coisa e também lhe tirou muito?

“Nada dentro de você quer voltar a isso,” admite O’Brien. “Demorou muita busca profunda pelos instintos que eu estava tendo apenas por causa do trauma que experimentei para perceber que queria terminar aquilo.”

Ele pensou em pedir ao estúdio que continuasse sem ele? “Eu não teria ficado feliz com isso, não acho. No momento, teria sido um alívio temporário porque eu teria fugido, mas sempre teria metido um pouco… Eu sabia que seria realmente difícil, mais difícil do que Assassin provavelmente, mas [pensei] se eu conseguiria, se eu poderia superar, e achei que sairia do outro lado muito feliz por ter feito. E eu fiz.”

Ele retomou a filmagem de A Cura Mortal em março, que agora está pronto para ser lançado em janeiro de 2018. Seu pai o seguiu para a África do Sul, onde o filme foi filmado e foi feito co-produtor do filme; O’Brien agora conta essa entre suas melhores experiências em um projeto. Ele até encontrou tempo para retornar à temporada final de Teen Wolf, que havia sido escrita em torno de sua ausência enquanto ele se recuperava. O final da série será transmitido em 24 de setembro e, em breve, todas as obrigações que O’Brien estabeleceu antes do acidente estarão por trás dele.

“Sair do outro lado após tudo isso, é basicamente um novo capítulo, e acho que vou fazer tudo de maneira diferente”, diz ele. “Estou animado para ter mais equilíbrio no futuro. Como, eu não sou alguém que vai fazer três ou quatro filmes por ano e sinto que tenho que frisá-lo constantemente. Eu acho que há algo a ser dito sobre regular o passo sozinho.”

Entretanto, ele comprou sua primeira casa, o que lhe dá um pouco de estabilidade em uma indústria incerta. Recentemente, ele deu uma festa para celebrar seu 26º aniversário – “Me tornei mais selvagem do que eu pretendia que fosse”, ele ri – uma hora, O’Brien e seus amigos já estavam pulando do telhado em sua piscina. É um futuro que ele não poderia ter imaginado há apenas um ano e meio.

“Estou ansioso para ver o que vem no meu caminho, ver o que estou interessado em fazer, e apenas ver o que acontece“, diz O’Brien. Depois de Teen Wolf e The Maze Runner concluírem, é um espaço aberto. “É a primeira vez que irei operar na minha carreira sem esses dois papéis, na verdade”. Ele pensa sobre isso e sorri. “É bom não ter essa rede de segurança”.

Tradução e adaptação: Equipe Dylan O’Brien Brasil

*Estamos sem palavras com essa entrevista maravilhosa! Dylan com certeza nunca deu uma entrevista tão pessoal anteriormente. <3

Publicado por Arthur Aguilhar em 08.09

Ontem (06/09), Dylan O’Brien e o elenco de “O Assassino” compareceram ao painel da BUILD Series em Nova York, NY. Eles conversaram sobre as diferenças do livro para o filme, sobre a humanidade que Dylan trouxe para o seu personagem Mitch Rapp e sua experiência interpretando-o. Confira abaixo o painel completo:

Em breve legendado!

O Assassino: O Primeiro Alvo estreia nos cinemas brasileiros em 21 de setembro pela distribuidora Paris Filmes.

Publicado por Danielly Lins em 07.09

Na última quarta, 06 de setembro, aconteceu a première nova-iorquina do filme O Assassino: O Primeiro Alvo (American Assassin no original) e Dylan O’Brien, protagonista do filme, claro, esteve presente.

Além de O’Brien compareceram o antagonista do filme, Taylor Kitsch, o roteirista Stephen Schiff e o diretor Michael Cuesta. Confira as fotos do evento na nossa galeria:

A adaptação cinematográfica do livro best-seller de Vince Flynn segue a ascensão de Mitch Rapp (Dylan O’Brien), um jovem traumzatizado e em busca de vingança que se torna recruta de operações especiais da CIA, onde será treinado pelo veterano da Guerra Fria, Stan Hurley (Michael Keaton).

O par é então alistado pela diretora da CIA Irene Kennedy (Sanaa Lathan) para investigar uma onda de ataques aparentemente aleatórios em alvos militares e civis. Juntos, os três descobrem um padrão nos ataques os levando a uma missão conjunta com uma agente turca letal (Shiva Negar) para impedir um misterioso homem (Taylor Kitsch) com a intenção de iniciar a III Guerra Mundial.

O Assassino: O Primeiro Alvo estreia nos cinemas brasileiros em 21 de setembro pela distribuidora Paris Filmes.

Publicado por Ana Paula Souza em 07.09

O Assassino: O Primeiro Alvo está prestes a estrear. O filme marca uma nova era na carreira do nosso Dylan O’Brien e também foi de extrema importância para a sua recuperação depois do acidente no set de A Cura Mortal, ano passado.

É sobre isso que Dylan conversa com o jornalista Michael Ordoña do site Sfchronicle, em uma entrevista honesta e que mostra toda a força e determinação do ator.

Abaixo você confere a entrevista completa traduzida pelo DOBR:

Dylan O’Brien estava gravando “A Cura Mortal”, o último filme da franquia de “Maze Runner”, quando tudo mudou.

Ele estava realizando uma cena de ação em um veículo em movimento, usando cintos para a segurança, quando foi subitamente empurrado para o ar. O ator voou contra outro veículo… primeiro com o rosto.

“Eu tive uma severa concussão e trauma no cérebro,” diz O’Brien, calmamente, mesmo que com uns toques meio irritados em meio ao seu tom educado. “Basicamente quebrei todo esse lado do meu rosto,” ele diz indicando para o lado direito do seu rosto.

“Precisei de várias cirurgias de reconstrução facial. Tenho placas nela agora. Achei que era isso, que meu rosto nunca mais ficaria do mesmo jeito.”

Mas ficou. Os cirurgiões fizeram um trabalho incrível. Junto com a barba e os músculos que ele cresceu para o seu novo filme “American Assassin”, a única diferença é que agora seu rosto parece mais cheio, mais crescido.

“Agora vejo que saí com muita sorte dessa experiência,” ele diz. “A, me livrei disso. E B, consegui esse doutor ótimo que tomou conta de mim e me consertou.”

Seguindo essa experiência, O’Brien, que pode listar entre seus créditos “Teen Wolf” e “Horizonte Profundo”, decidiu aceitar o papel mais físico de sua vida: Mitch Rapp, agente de operações da CIA, em “American Assassin”. Para fazer esse personagem dos livro best-seller de Vince Flynn, ele precisaria treinar seu corpo e aprender a lutar como nunca tinha feito antes. Pelo menos, diferente do danificado Rapp, ele não precisaria matar pessoas.

“Foi definitivamente uma abordagem de frente,” ele diz sobre colocar ele mesmo nos rigores físicos desse papel. “Eu também senti mais conectado com o personagem de certo jeito, e mais informado do que eu poderá estar — ao mesmo tempo, estava horrorizado de fazer isso.”

O’Brien diz que ele aprendeu com os conselheiros da CIA sobre traumas pessoais que os definiram – como Rapp, e agora, O’Brien – em seus caminhos.

“Essa força vem, de certa maneira, de ter sobrevivido incidentes traumáticos. Obviamente, não é cada um desses caras, mas me senti realmente conectado com aquilo.”

Como Rapp, O’Brien é um assassino que nem sequer reage quando uma mulher não combatente é morta bem na frente dele.

“Eu sempre quis tentar implementar esses sinais de dor e dano,” ele diz sobre o desinteresse aparente de Rapp, “mas é muito importante que Mitch aceite que o que aconteceu com ele vai sempre estar com ele, e que nenhuma quantidade de vingança vai sarar aquilo.”

Interpretando um assassino que ele não poderia ter imaginado que entenderia desse jeito, assim como voltar ao set de “Cura Mortal”, tem sido tudo parte de um ano de recuperação.

“Eu tinha dias bons e ruins,” ele diz sobre a preparação para “American Assassin”. “Alguns dias eu ia para o treino e meu treinador sentia que eu estava… nesse lugar, sabe? Não um bom. Eu aleatoriamente tinha dias muito duvidosos e momentos tomados de pânico que eu queria apenas me render. Eu tive que constantemente me forçar através deles. Até quando eu estava saindo para gravar.”

“Eu tive um momento de pânico uma hora antes do meu vôo – ao ponto de não saber se eles me deixariam estar no avião. Mas eu sempre tive muito apoio… Meu pai foi comigo nesse vôo. Não acho que conseguiria fazer aquilo; ele foi comigo e era minha rocha.”

O’Brien está claramente orgulhoso de ter superado essas dúvidas para terminar os dois filmes. Mesmo depois de “American Assassin”, voltar para “A Cura Mortal” pareceu ser muito.

“Por dentro, você está querendo fugir – você não quer fazer aquilo, sabe?” ele diz. “Acabou sendo uma das melhores experiências da minha vida. Fiquei muito feliz em conseguir terminar. Senti um alívio depois de “American Assassin”; Fazia quase um ano desde o acidente naquela época, e eu me senti mais livre e como eu mesmo quando eu tinha concluído isso do que no ano inteiro.”

Depois de ler essa entrevista é impossível não se emocionar, Dylan passou por um grande trauma em 2016 e American Assassin, de certa forma, o ajudou a superar o acidente. Nós somos tão gratos pelo Dylan e em como ele conseguiu passar por algo tão terrível e assustador, ele é tão forte por lidar com tudo isso.

Nós apreciamos tanto nosso menino e pensar em como as coisas poderiam ter sido ainda piores é realmente de quebrar o coração, por isso nada mais justo do que agradecer Dylan, sua família, American Assassin e todos que o ajudaram durante o momento mais difícil de sua vida.

Esse filme significa muito para o ator e é por isso que devemos apoiar o filme com todo nosso carinho. Estamos muito felizes que Dylan está bem e saudável e mal podemos esperar pra ver o que o futuro guarda pra ele.

Nós te amamos Dylan e o orgulho que sentimos é impossível de explicar, estaremos sempre aqui para te apoiar e mal podemos esperar pra assistir O Assassino: O Primeiro Alvo.

Publicado por Ana Paula Souza em 07.09