Publicado em 07, set às 23:23
#MeetTheMets: Dylan O’Brien e o Mets

Depois de tudo o que já aprendemos até aqui sobre beisebol, esta é a última e não menos importante edição da coluna #MeetTheMets. Nesta semana vamos falar da paixão de Dylan O’Brien por esse esporte e pelo seu time do coração, o New York Mets.

 

Infância e Adolescência

Desde muito novo Dylan jogava beisebol. Logo se tornou um fã bastante dedicado ao Mets por influência de seu pai, Patrick O’Brien, que torce pelo mesmo time.

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Quando criança jogava no time infantil de beisebol chamado Astros.

 

Já na adolescência ele mostrava sua dedicação total ao Mets

“Eu sou um super fã do Mets, eu assisto quase todos os jogos durante o ano e leio quase todos os artigos durante a temporada de férias.”

 

Jogos

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Fãs sortudos conseguiram ficar próximos de Dylan e sua namorada, Britt Robertson, que também é fã do Mets, em um dos jogos.

 

Dylan e parte do elenco de “Os Estagiários” assistindo a um dos jogos do Mets.

 

 

Curiosidades

  • Antes de decidir seguir sua carreira de ator, Dylan considerou ser um locutor esportivo e até gostaria de trabalhar para o Mets, tamanho era seu amor e dedicação pelo time.

 

  • Dylan não tira da cabeça seus bonés do Mets. Ele aparece em vários eventos e entrevistas exibindo um de seus bonés, que já viraram sua marca registrada.

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  • Em uma entrevista para a revista Glamour, Dylan disse: “Eu amo beisebol. Moneyball* era meu livro favorito quando eu tinha 13 anos”
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*Moneyball: livro sobre beisebol que deu origem ao filme protagonizado por Brad Pitt.

 

Jogando Beisebol

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Dylan comemorou seu aniversário jogando beisebol com Tyler Posey e outros amigos.

 

Dylan e Tyler Hoechlin fizeram uma jogada no estádio dos Dodgers em Los Angeles, em 2012.

 

 

Entrevistas

Em 2015, Dylan foi convidado do programa esportivo MLB Center, e se divertiu muito narrando algumas jogadas do Mets.

 

 

No painel de Teen Wolf pra Comic Con de 2015, em San Diego, um pessoa da plateia gritou “O Mets é ruim!”, e Dylan teve a reação mais engraçada que se podia esperar:

Pessoa: O Mets é ruim!
Dylan: Saia daqui. Literalmente, literalmente. Eu não estou brincando, saia! Saia! Por que você está aqui? Você gosta do programa? Você gosta de Teen Wolf? Então cai fora daqui!

 

Num painel de entrevistas de The Maze Runner, em 2014, quando uma fã perguntou quem Dylan escolheria para ficar com ele na clareira, entre o elenco de Teen Wolf, o time do Mets ou a boyband One Direction, adivinhem qual foi a resposta?

Fã: Se você estivesse preso na Clareira, quem você iria preferir que estivesse com você? Entre o elenco de Teen Wolf, os Mets ou One Direction?

– : Essa é uma ótima pergunta.

– : É uma pergunta difícil.

Dylan: Isso foi… bom trabalho! Eu ficarei com os meus Mets. Em outras cidades eu sou vaiado quando digo isso, ou as pessoas ficam tipo “Quem é Mets?”. Vai Mets! Será um grande ano, ano que vem.

Eles são os meus heróis e também tem muitas pessoas então tem mais corpos para serem pegos. Mais carne.

– : Olhe o tamanho dos Mets!

Dylan: Desculpe, o que?

– : Eles são bem maiores.

Dylan: Sim, pelo tamanho deles.

 

Na Comic Con de New York, em 2013, Dylan fala sobre onde ele nasceu e cresceu e cumprimenta o entrevistador que também torce para o Mets.

Dylan: É muito bom. New York Pretzel.

– : Primeira vez comendo um Pretzel?

Dylan: Não, eu sou daqui então…

– : Daqui? Onde?

Dylan: Um segundo. Eu cometi um grande erro ao fazer isso. Eu nasci no Centro Médico NYU, eu cresci em New Jersey e a alguns metros de Manhattan, Long Island. De onde você é?

– : Bronx.

Dylan: Legal. Você é fã dos Yankees?

– : Não, fã dos Mets.

Dylan: Sim!

– : Não posso mais me sentar aqui.

Dylan: Ah, desculpe.

– : Fã dos Jets?

Dylan: Sim. Tá tudo bem, os Giants estão se desculpando com você agora. O que está acontecendo com eles? Eu não sei. Eu estou adorando que estamos falando sobre beisebol e futebol aqui. Sim eu sou fã dos Jets, mesmo que estejam lamentáveis nessa temporada.

Isso é hilário, podemos continuar com isso?

– : Está perfeitamente divertido, posso afirmar isso.

 

No painel de Teen Wolf para o Alpha Con de 2014, Tyler Hoechlin conta como a amizade com Dylan está relacionada ao beisebol.

Dylan: Eu vejo você.

Tyler: Dylan e eu começamos a nos falar porque nós dois amamos beisebol, e meu antigo colega de quarto jogava beisebol. Nós começamos a nos falar e ele disse “Eu sou um grande fã dos Mets”, que é um time de beisebol dos EUA. E eu disse “Meu melhor amigo é um jogador”. E ele falou “Sério? Qual o nome dele?”, e eu disse “Ike Davis” E ele ficou tipo “O quê?! Você está falando sério? Meu Deus, cara!” Tipo, ele conhecia, esse cara conhece todas as pessoas da organização. “Cara, ele vai salvar o  Mets, ele vai ser tipo o salvador de Nova York. Meu Deus!!!” Foi muito legal. Então foi isso, nós falamos sobre beisebol tipo, o tempo todo.

Dylan: O que foi bem legal foi que nós tínhamos um longo teste no dia, um teste de trabalho, e tínhamos duas pessoas lá para cada papel. E já estávamos próximos entre nós, eu, Posey, Hoechlin e Crystal. E foi tanto que, foi um longo dia, e depois que acabou eu, Posey e Hoechlin nos reunimos do lado de fora e trocamos números. Para sair caso não desse certo. E o diretor saiu para fumar um cigarro depois do longo dia, parou e tirou uma foto de nós em seu celular, enquanto trocávamos os números. E na minha cabeça eu estava “Oh meu Deus, nós conseguimos os papéis”. Ele estava tirando aquela foto, e ele estava achando engraçado que estávamos juntos. Ele me disse alguns anos mais tarde, porque eu consegui o papel e ele ainda continua sendo um diretor da série. Eu falei com ele e ele disse “Ah sim, eu estava tipo aquele é o novo elenco de Teen Wolf”. E foi super legal porque eu estava meio meu Deus eu estava certo?

 

 

Teen Wolf

A paixão de Dylan por beisebol transcende da vida real para as telinhas.

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Lydia: Não poderia estar mais frio aqui?
Stiles: Aqui.
Lydia: Eu estou vestindo azul. Laranja e azul não é uma boa combinação.
Stiles: Mas são as cores do Mets!

 

Dylan: Eu escrevi “Vai Mets” naquela cena e isso apareceu na câmera. Isso foi ótimo.

 

 

Photoshoots

Dylan também exibe orgulhoso sua paixão pelo beisebol em seus trabalhos fotográficos.

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Ensaio fotográfico para a revista Troix Magazine de 2011

 

 

Twitter

Não poderiam faltar as manifestações de amor ao Mets que Dylan expõe em seus tweets.

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Bio: Não mais um fã sofredor do Mets 🙂

 

A alegria do Dylan quando a conta do Mets no Twitter o convidou para fazer a primeira jogada em uma partida do Mets.

“’@Mets: Fãs do @dylanobrien, nós te escutamos… #DylanPrimeiraJogada. Dylan, nos mande uma mensagem privada, vamos conversar. #LGM #poderoutwitter’ uhhhh O QUE?!”

 

 

“@dylanobrien Nós adoraríamos que viesse visitar #CitiField para arremessar a primeira jogada. Você tem alguns fãs leais e apaixonados #DylanPrimeiraJogada”
Em resposta Dylan disse que se sentiria honrado.

 

 

“Meu pai: quando foi a última vez que o Mets esteve em primeiro lugar no seu aniversário? Esse é meu presente pra você! :)”

 

A conta do Mets desejou Feliz Aniversário ao Dylan
“@dylanobrien Feliz Aniversário Dylan! #LGM”

 

 

E assim encerramos mais um post do #MeetTheMets. Esperamos que a coluna tenha ajudado a entender mais sobre beisebol e suas regras, mas que também tenha sido divertido conhecer o New York Mets, time do coração do nosso amado Dylan.

A equipe DOBR agradece a todos que acompanharam e apoiaram a coluna, feita com muito carinho para todos os fãs do Dylan e para os amantes de beisebol também. Fiquem ligados que teremos novas colunas e muitas novidades chegando!

 

Bônus: Filme da Semana

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Hardball – O Jogo da Vida

Direção: Brian Robbins
Ano: 2001
Não disponível na Netflix X

Sinopse: Conor O’Neil (Keanu Reeves), viciado em jogos de azar, não consegue parar de beber e de se meter em confusões. Em perigo e desesperado por dinheiro, consegue um empréstimo, mas em troca tem que treinar uma fraca equipe de beisebol de Chicago. A tarefa não é fácil, mas com a ajuda da atraente ‘Irmã’ Wilkes (Diane Lane) Conor tentará salvar a sua pele e ajudar a equipe.

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Trailer 

Conteúdo exclusivo Dylan O’Brien Brasil.

 

Publicado em 31, ago às 21:34
#MeetTheMets: Curiosidades do Mets

Outra quarta-feira chegou e ela traz mais #MeetTheMets! Vamos falar sobre algumas curiosidades do time no post de hoje.

Música-tema

A música-tema do time chama-se “Meet The Mets”. Isso mesmo, o mesmo nome da nossa coluna. A canção foi escrita em 1961 por Bill Katz e Ruth Roberts, um ano antes da primeira temporada do time, mas só veio a ser gravada em 1963. É tocada nas rádios e na televisão durante as transmissões dos jogos e no próprio estádio. O tema também já apareceu em episódios das séries Seinfeld e Everybody Loves Raymond.

Em 2008, uma versão atualizada da canção foi gravada com um som de hip-hop, supostamente para apelar a uma geração mais jovem, mas a versão original ainda é a preferida dos fãs, tanto que menos de um ano depois, na metade da temporada de 2009 – a primeira do Mets no Citi Field – a versão original voltou a ser tocada no estádio durante os intervalos nas entradas finais, fazendo a multidão comemorar e cantar junto.

Mascote

Mr. Met é a mascote oficial dos New York Mets. Ele foi apresentado na capa de programas de jogos em 1963. Quando o Mets se mudou para Shea Stadium em 1964, os fãs foram apresentados a uma versão fantasiada ao vivo e acredita-se que Mr. Met pode ter sido o primeiro mascote da Major League Baseball a aparecer assim.

Sra. Met (anteriormente Lady Met) é a contraparte feminina de Mr. Met.

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Os mascotes: Mr and Mrs Met.

Logo

O logotipo laranja dos bonés é idêntico ao logo usado pelo New York Giants em seus últimos anos de vida, já os bonés azuis lembram os bonés usados pelo Dodgers do Brooklyn.
No logo principal, desenhado pelo cartunista esportivo Ray Gatto, cada parte do símbolo tem um significado especial: no lado esquerdo é uma torre de igreja, símbolo do Brooklyn, bairro de igrejas; o segundo edifício do lado esquerdo é o Williamsburgh Savings Bank, o edifício mais alto do Brooklyn; em seguida é o Woolworth Building; o Empire State Building vem depois de uma visão geral de Midtown; no lado direito é o edifício das Nações Unidas. A ponte no centro simboliza o Mets trazendo a National League de volta a Nova York, e representa também os cinco distritos da cidade de Nova York interligados.

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Logo atual do New York Mets.

Com a introdução do preto como uma cor oficial, um logo alternativo da equipe foi criado em 1999. É idêntico ao original, mas o horizonte é negro (ao invés de azul) e, no lugar de escrito em laranja com as bordas em branco, “Mets” é escrito em azul com as bordas em laranja e branco. Essa versão acabou caindo em desuso após o Mets parar de produzir as camisetas e bonés alternativos em 2012.
Também em 1999, o logo recebeu uma ligeira alteração. O “NY” à esquerda da camiseta de jogo foi removido. Nenhuma outra mudança notável foi feita.

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Insígnia do New York Mets.

Cor e design do uniforme

Atualmente, o Mets usa uma variedade de uniformes.

Os uniformes dos jogos em casa são brancos com riscas azuis e têm “Mets” escrito, os números são em azul com contorno laranja. Esses uniformes são usados com um boné azul padrão com o característico “NY” em laranja, além de segundas peles, cintos e meias azuis. Esse uniforme substituiu o uniforme creme de risca de giz e o uniforme branco alternativo a partir de 2015.

O uniforme cinza apresenta uma fonte em arco no estilo Tiffany de “New York”, números e nomes de jogadores em azul contornados nas cores laranja e branco. Como os uniformes de casa, esses também são usados com bonés, segundas peles, cintos e meias azuis.

Em 14 de Novembro de 2012, o Mets introduziu duas novas camisetas alternativas azuis. Em jogos em casa, a camisa alternativa azul possui o “Mets”, números e nomes de jogadores em laranja contornados com branco, enquanto a camisa alternativa azul para jogos fora de casa apresentam “New York”, números e nomes de jogadores em cinza com contorno laranja.

O Mets lançou, em 10 de dezembro de 2012, um boné azul alternativo com uma borda branca em torno da sigla laranja “NY”. Atualmente, esse boné só é usado em jogos em casa quando os uniformes alternativos são usados. Em 2015, outro boné azul alternativo foi lançado, desta vez com o “NY” em cinza com contorno laranja e é usado quando o uniforme alternativo de jogos fora de casa é o escolhido.

O protetor e o capacete para rebatidas do Mets são azuis e têm a sigla “NY” na cor laranja, são utilizados independentemente do design do boné e camisa que vistam naquele jogo, diferente do que acontecia antigamente quando eles jogavam com capacete e protetores para coincidir com seus bonés e camisetas.

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Uniformes atuais do NYM.

Jogadores Notáveis e Honrarias

Capitães:
Keith Hernandez (First Baseman) de 1987-1989.
Gary Carter (Catcher) de 1988-1989.
John Franco (Pitcher) de 2001-2004.
David Wright (Third Baseman) de 2013-presente.

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O primeiro capitão do Mets, Keith Hernandez.

New York Mets Hall of Famers (Afiliação da National Baseball Hallf of Fame and Museum):

Roberto Alomar – Second Baseman

Richie Ashburn – Center Fielder

Yogi Berra – Catcher

Gary Carter* – Catcher

Tom Glavine – Pitcher

Rickey Henderson – Left Fielder

Pedro Martínez – Pitcher

Willie Mays – Center Fielder

Eddie Murray – First Baseman

Mike Piazza** – Catche

Nolan Ryan – Pitcher

Tom Seaver** – Pitcher

Duke Snider – Center Fielder

Warren Spahn – Pitcher

Casey Stengel–Right Fielder

Joe Torre – Dirigente

**Jogadores e dirigentes retratados em suas placas do Hall of Fame com uma insígnia do Mets.

*Introduzido como um Expo [jogador do Montreal Expos, do Canadá], apesar de pedir que sua placa tivesse as insígnias do Mets e do Montreal Expos ou então apenas a do Mets.

New York Mets Ford C. Frick Award (Afiliação da National Baseball Hallf of Fame and Museum):

Buck Canel* – Narrador

Tim McCarver – Narrador

Bob Murphy* – Narrador

Lindsey Nelson* – Narrador

*Receberam o prêmio baseado principalmente em seu trabalho narrando jogos do Mets.

Números Aposentados

Número 37: Casey Stangel (Dirigente) – Aposentou-se em 2 de setembro de 1965.

Número 14: Gil Hodges (First Baseman/Dirigente) – Aposentou-se em 9 de junho de 1973.

Número 41: Tom Seaver (Pitcher) – Aposentou-se em 24 de julho de 1988.

Número 31: Mike Piazza (Catcher) – Aposentou-se em 30 de julho de 2016.

Número 42*: Jackie Robinson – All MLB – Aposentou-se em 15 de abril de 1997.

Shea**: William A. Shea – Proponent – Honorado em 8 de abril de 2008

*O número 42 de Jackie Robinson foi aposentado em 15 de abril de 1997, quando o Mets jogou contra o Dodgers no Shea Stadium, mas após isso, Butch Huskey usou o número em todo o resto de sua carreira no Mets, por causa de uma cláusula de anterioridade colocado no número aposentado pela MLB. Mo Vaughn também usou o número 42 durante suas temporadas com o Mets devido à mesma cláusula.

**No dia do último jogo no Shea Stadium, em 8 de abril de 2008, o Mets inaugurou uma placa com o nome “Shea” ao lado dos números aposentados da equipe, honrando William Shea e suas contribuições para a franquia.

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Números aposentados do Mets no Citi Field em 2016.

Números fora de uso, mas não aposentados

Número 8: não usado desde que Gary Carter foi eleito para o Hall of Fame em 2003.

Número 17: desde a saída de Keith Hernandez do time, os fãs pedem para que o seu característico número 17 seja aposentado; ainda não aconteceu oficialmente, mas desde 2010 nenhum jogador ou treinador usa o número.

Número 24: quando se aposentou, Willie Mays pediu para que seu número fosse aposentado junto com ele e o dono do Mets na época, Joan Whitney Payson, prometeu ao ex-jogador que isso aconteceria, mas foi só promessa; depois disso, dois jogadores e um treinador usaram o número. Desde 2007, no entanto, o número não é mais usado.

Rivalidades

Atlanta Braves

New York MetsvsAtlanta Braves

O primeiro grande confronto ocorreu quando o New York Mets derrotou o então favorito Atlanta Braves na NLCS de 1969, no ano do “Milagre Mets”. Mas só se tornou realmente grande nos anos 90, quando o realinhamento da divisão colocou o Mets e o Braves na National League East. As duas equipes se enfrentaram novamente no NLCS de 1999 e o Braves ganhou a série por 4×2.

Subway Series/New York Yankees

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“Uma casa dividida.”

A rivalidade entre Yankees e Mets é a mais recente encarnação da Subway Series, a competição entre as equipes da cidade de Nova Iorque, da American League (New York Yankees) e da National League (New York Mets).

Antes do começo dos jogos Interligas, as duas equipes haviam se encontrado apenas em jogos de amistosos. Depois das interligas, os times passaram a se encontrar uma vez na temporada regular desde 1997 e desde 1999 eles se reúnem seis vezes a cada temporada, jogando duas séries de três jogos em cada estádio. A partir da temporada de 2013, no entanto, o número de jogos foi reduzido para quatro (dois em cada estádio), e o Mets venceu seis dos últimos oito jogos que aconteceram. Os times conseguiram chegar à mesma pós-temporada em quatro anos: 1999, 2000, 2006 e 2015. Enfrentaram-se nos jogos World Series de 2000 e o NYY consagrou-se campeão.

Philadelphia Pillies

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A rivalidade entre o New York Mets e o Philadelphia Phillies de 2006 a 2008 é tratada como uma das rivalidades mais fervorosas da National League, e se enfrentaram recentemente em playoffs, decisões de divisão e wild card races.

Apesar de várias brigas na década de 1980, a rivalidade permaneceu discreta até a temporada de 2006, quando ambas as equipes se viram, depois de muito tempo, igualmente boas ao mesmo tempo.

Desde então, as equipes lutam entre si para ir aos playoffs. O Mets ganhou a divisão Leste duas vezes, 2006 e 2015, e o Phillies ganhou cinco títulos consecutivos, de 2007 a 2011.

O título de 2007 do Phillies foi conquistado no último dia da temporada, quando o Mets perdeu sua vantagem de sete vitórias ao perder 12 dos 17 jogos restantes da temporada, incluindo três derrotas em casa para o Phillies nos três primeiros jogos.

New York Mets Foundation

Fundada em 1963, a New York Mets Foundation é a organização filantrópica do New York Mets e financia e promove causas de caridade na comunidade do time.
Uma dessas causas é “Tuesday’s Children”, uma organização sem fins lucrativos que tem um compromisso, em longo prazo, de atender às necessidades de cada família que perdeu um ente querido nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

O Mets sedia o jantar anual “Welcome Home Dinner”; o jantar levantou mais de US$ 550.000 para o Mets Foundation em 2012. Todos os recursos foram distribuídos para o Institute for Women’s Health, o Katz Women’s Hospitals of North Shore-LIJ Health System e The Leukemia & Lymphoma Society.

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Logo atual da New York Mets Foundation.

Fãs famosos

Além do nosso querido Dylan O’Brien e sua namorada, Britt Robertson, o Mets tem muitos fãs famosos. Alguns deles são atores, como Jerry Seinfeld (que usou a música tema do time em episódios de sua série, Seinfeld), Grant Gustin, Robert DeNiro, Adam Sandler, Kevin James, Chris Rock, Ben Stiller, Hank Azaria, Julia Stiles e Glenn Close; outros são músicos, como Julian Casablancas (The Strokes), Lars Ullrich (Metallica), Nicki Minaj e Ed Sheeran; outros são atletas, como Carmelo Anthony e Gabby Douglas; e, ainda, apresentadores, como Stephen Colbert, Jon Stewart e Jimmy Kimmel.

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Chris Rock e Jerry Seinfeld durante jogo do NYM em 2015.

Semana que vem vamos relembrar as vezes que Dylan O’Brien mostrou seu amor pelo beisebol e pelo time do coração. Fiquem ligados no DOBR na próxima quarta-feira para mais #MeetTheMets.

BÔNUS: Filme da semana


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Home Run – Recuperando a Esperança

Direção: David Boyd
Ano: 2013
Disponível na Netflix

Cory (Scott Elrod) era um jogador de beisebol respeitado, mas o alcoolismo destruiu sua carreira. Quando é forçado a tentar uma cura de reabilitação em sua cidade natal, Cory busca corrigir seus erros, treinando uma equipe mirim e reencontrando um amor do passado.

 

Trailer

Conteúdo exclusivo Dylan O’Brien Brasil.

Publicado em 24, ago às 22:57
#MeetTheMets: Os principais momentos da história do Mets

Prontos para mais #MeetTheMets? Hoje a coluna faz jus ao nome e traz a história do time do coração de Dylan O’Brien, o New York Mets (NYM).

O Mets é um time de beisebol da Major League Baseball (MLB), sediado no distrito de Queens, em Nova York. A equipe é parte da Divisão Leste da National League (NL) e o seu estádio é o Citi Field, com capacidade para quase 42 mil pessoas.

Durante sua história, o Mets ganhou dois títulos da World Series (1969 e 1986), cinco títulos da National League (1969, 1973, 1986, 2000, 2015) e seis títulos da National League East (1969, 1973, 1986, 1988, 2006, 2015); ainda, o time classificou-se para a pós-temporada como wild card da National League em 1999 e 2000.

O NYM apareceu em cinco World Series, mais do que qualquer outra equipe expandida na história da MLB. Suas duas vitórias fazem do time o maior retentor de títulos entre as equipes expandidas, junto com o Toronto Blue Jays e o Miami Marlins.

Obs.: Pós-temporada e playoff são termos diferentes para designar a mesma coisa: os jogos disputados após a temporada regular para determinar o campeão da MLB.

Abaixo, apresentamos uma linha do tempo com os principais momentos na história do time:

1957 O surgimento do New York Mets

Com a mudança dos times Brooklyn Dodgers e New York Giants para a Califórnia (que se tornaram, respectivamente, os times Los Angeles Dodgers e San Francisco Giants), a maior cidade dos Estados Unidos ficou sem nenhum time na National League e com apenas o New York Yankees na American League (AL). Então, a pedidos de William Shea, a NL se expandiu e o New York Mets nasceu. A nova equipe tomou como suas cores principais o azul do Dodgers e o laranja dos Giants, o que simbolizava o retorno da cidade à National League. Azul e laranja também são as cores da bandeira da cidade de Nova York. O nome da equipe veio de um clube do século XIX, o New York Metropolitans – que faz alusão ao apelido da cidade de Nova York, Metropolis.

foto1O primeiro time do New York Mets.

1962 A estreia do Mets em campo

A temporada de 1962 foi a de inauguração do time, e ele teve o recorde de mais derrotas na temporada regular desde que a MLB passou a ter 162 jogos.

1969 O Milagre Mets

A equipe nunca tinha terminado em melhor colocação que penúltimo, mas em 1969 o aconteceu o chamado “Milagre Mets”: o time venceu o Baltimore Orioles na World Series; tal vitória é considerada uma das maiores surpresas da história da competição. O grande nome da conquista foi o pitcher Tom Seaver, adquirido pelo time em 1967 e que, graças a sua passagem histórica no Mets, acabou entrando para o Hall Of Fame da MLB.

foto2Jogadores e fãs comemoram o “Milagre Mets”.

1970 Recorde de público

Tendo cerca de 2,7 milhões de espectadores em 1970, o Mets quebrou o recorde de público da temporada do rival, o New York Yankees, que não era batido desde 48. Durante 29 anos, o time manteve sua posição e ainda quebrou seu próprio recorde cinco vezes antes que o recorde fosse recuperado pelo Yankees, em 1999.

1973 Parece que o jogo virou, não é mesmo?

O campeonato deste ano chocou a todos: partindo do quinto lugar, o Mets conseguiu chegar à final, vencer os favoritos daquele ano e ser campeão da divisão. Foi o único título da National League entre os anos 1970-1980 que teve como campeão um time que não era o Philadelphia Phillies ou o Pittsburgh Pirates, e o azarão ainda conseguiu levar o campeão da World Series da época – Oakland Athletics – a um sétimo jogo, mas acabou perdendo a final.

foto3Tom “Terrific” Seaver, grande pitcher do Mets.

1977 O massacre da meia-noite

A estrela do NYM, Tom Seaver, deixou o time em 77, num dia que ficou marcado como “O Massacre da Meia-noite”. Depois disso, o New York Mets ficou por anos como o último colocado da liga e o time só começou a melhorar em meados dos anos 80.

1986 O jogo mais longo e o recorde de resultados

Com a chegada do catcher Gary Carter, em 85, o Mets quase chegou aos playoffs, mas foi em 86 que o time facilmente ganhou a divisão com um recorde de resultados de 108-54, um dos melhores de toda a liga. Eles ganharam o campeonato da National League depois de dramáticos seis jogos com o Houston Astros. O sexto jogo da série teve dezesseis entradas, o jogo playoff mais longo da história até 2005.

Eles ficaram a um strike de perder a World Series contra o Boston Red Sox, mas uma magnífica série de arremessos e defesas do Mets acabou levando ao erro de um dos jogadores do Boston, Bill Buckner, dando ao Mets uma vitória do jogo 6. Essa vitória deu o gás que eles precisavam para ganhar o jogo 7 e conquistar seu segundo título da World Series.

foto4O time que conquistou o segundo título da World Series em 1986.

1988 O declínio de 9 anos

Apesar de continuar jogando bem depois do título de 86, o NYM só ganhou o título da divisão em 88, mas foram eliminados nos playoffs. A partir daí começou um declínio no time, que acabou por durar nove anos.

foto5O catcher Mike Piazza.

2000 A chegada de Mike Piazza

O time começou a melhorar já em 97 e em 98 adquiriu o grande catcher Mike Piazza. Em 99, finalmente voltou aos playoffs depois de nove anos, mas não venceu a National League. Na virada dos anos 2000, o NYM conquistou o título de wild card e foi para os playoffs, ganhando a divisão e a NL – conquistando assim o direito de disputar a World Series daquele ano contra o rival da cidade, New York Yankees. A disputa ficou conhecida como a Subway Series (Série do Metrô, em português) e o Mets acabou perdendo cinco jogos e, consequentemente, o título da World Series.

foto6Jogo da Subway Series, no Shea Stadium, antigo estádio do Mets.

2006 A conquista da NL East

Nos primeiros anos do século 21, o time teve bons e maus momentos, mas em 2004 houve uma mudança de direção e foram adquiridos grandes jogadores. O ressurgimento completo aconteceu dois anos depois, quando conquistaram a NL East com destaque para os jogadores Carlos Beltrán e Carlos Delgado, bem como os jovens superstars José Reyes e David Wright. O Mets era o favorito da National League de 2006, mas perdeu de maneira devastadora para o St. Louis Cardinals.

foto7Algumas das estrelas do time de 2006.

2007 A perda do título

O Mets era o time favorito para defender o título da NL East, quando, após uma maré de derrotas, perdeu a liderança e acabou deixando o título para o Philadelphia Phillies, por apenas uma vitória de diferença.

2008 Quando a vantagem não foi suficiente

O Mets tinha uma vantagem modesta de 3-5 na última temporada, jogada em sua antiga casa, o Shea Stadium. Embora a marca do time na reta final, 7-10, tenha sido melhor do que a da temporada anterior, 5-12, os Phillies ganharam novamente o título da divisão, desta vez por três jogos.

2009 A inauguração da nova casa

O New York Mets inaugurou sua nova casa, o estádio Citi Field, mas teve uma temporada difícil devido a uma onda de lesões em vários jogadores-chave, entre eles José Reyes, Carlos Beltrán, Carlos Delgado, Oliver Pérez e Liván Hernández. O efeito das lesões fez o time despencar para um recorde de 70-92.

foto8A inauguração do Citi Field em 2009, a casa do Mets.

2010 Sob nova direção

O time melhorou para um 79-83 nessa temporada, mas ainda terminou em quarto lugar, perdendo a competição pós-temporada pelo quarto ano consecutivo. Isso acabou acarretando em nova mudança na direção do time: saíram Omar Minaya e Jerry Manuel, que estiveram na equipe por seis anos, e entraram Sandy Alderson e Terry Collins, que ainda hoje comandam o NYM.

2011 Fazendo história

Apesar de mais uma temporada de derrota, o Mets fez história quando o closer Jason Isringhausen converteu seu 300º saver com a equipe. Ele foi o terceiro jogador na história da franquia a atingir a marca, ao lado de John Franco e Billy Wagner. Além disso, José Reyes se tornou o primeiro Met a ganhar um título de rebatidas na NL.

2012 Johan Santana e o inédito No-Hitter

Em 2012, o NYM tentou recuperar as últimas temporadas, mas o shortstop José Reyes, que assinou com o Miami Marlins (Reys voltou à jogar pelo Mets esse ano). Mesmo assim, a equipe começou a temporada forte: o único knuckleballer da liga, R.A. Dickey, teve uma temporada incrível e ganhou o Cy Young Award daquele ano. Infelizmente, eles falharam no meio da temporada e terminaram com 74-88, mais uma vez terminando em quarto lugar na divisão.

foto9Johan Santana comemora o inédito no-hitter.

O time nunca tinha conseguido um no-hitter (termo usado para um jogo em que a equipe não é capaz de marcar um único hit): eles conseguiram ficar 8,019 jogos marcando pelo menos um hit, mais do que qualquer outra franquia principal da liga. O Mets foi uma das duas únicas equipes da MLB a nunca ter um arremessador a atirar um no-hitter. No entanto, em 01 de junho de 2012, Johan Santana armou um contra o St. Louis Cardinals, transformando um jogo rotineiro em um momento memorável na história do NYM.

foto10Desde 2013, David Wright é o capitão do time.

2015 Recordes, títulos e prêmios

Em 2013, o time conseguiu ficar em terceiro lugar na liga, enquanto – em 2014 – ficaram em segundo. No mesmo ano, o pitcher Jacob DeGroom ganhou o National League Rookie Of The Year. Mas foi em 2015 que o time deixou as decepções dos últimos anos para trás ao fazer uma grande temporada!

O NYM igualou o recorde de franquia de onze vitórias consecutivas e, pela primeira vez na sua história, ganhou dez jogos seguidos em casa, tornando-se a sétima equipe desde 1900 a conseguir esse feito.

Em 26 de setembro, o Mets conquistou mais uma vez o título da divisão NL East, e, assim, sua primeira vaga nos playoffs desde 2006, derrotando o Cincinnati Reds. O NYM derrotou o Los Angeles Dodgers na disputa da National League Division Series por três jogos a dois, e detonou o Chicago Cubs na final da National League Championship Series, voltando a ganhar o campeonato depois de 15 anos.

Na World Series de 2015, eles foram derrotados pelo Kansas City Royals em cinco jogos. Mas não pense que isso desanimou o time! Eles ainda tinham muito comemorar, já que o pitcher Matt Harvey ganhou o prêmio NL Comeback Player of the Year e o outfielder, Yoenis Céspedes, venceu o AL Gold Glove.

Jogadores e fãs comemoram a conquista
da National League Championship depois de 15 anos.

2016 As disputas da primeira fase

Ainda estamos na primeira fase da MLB e os times estão disputando as divisões da National League e da American League. No momento, o New York Mets está na terceira colocação da National League East, com 62 vitórias e 62 derrotas.

Atual time do New York Mets.

No próximo post tem mais! Falaremos sobre algumas curiosidades da história do time e também de suas grandes rivalidades e principais jogadores. Fiquem ligados no Dylan O’Brien Brasil e não percam o #MeetTheMets da próxima quarta-feira!

 

BÔNUS: Filme da semana


CURVAS-DA-VIDA
Curvas da Vida

Direção: Robert Lorenz
Ano: 2012
Indisponível na Netflix

Gus Lobel foi um dos melhores olheiros de beisebol por décadas, mas, apesar de seus esforços para esconder isso, a idade está começando a afetá-lo. No entanto, Gus, que pode identificar um bom arremessador apenas pelo barulho da rebatida, se recusa a ir para o banco de reservas no que podem ser os últimos innings da sua carreira. EA diretoria do Atlanta Braves está começando a questionar seus critérios, especialmente com a mais disputada seleção de promissores rebatedores se aproximando. A única pessoa que pode ajudá-lo é também a única pessoa a quem Gus nunca pediria: sua filha, Mickey.

 

Trailer

Conteúdo exclusivo Dylan O’Brien Brasil.

Publicado em 17, ago às 21:33
#MeetTheMets: As principais regras do baseball

Prontos para mais beisebol? No primeiro post da coluna, vocês puderam conhecer mais sobre a história do esporte. Essa semana, o #MeetTheMets explica as principais regras para que possamos acompanhar a temporada 2016, que já começou!

Não existe uma maneira simples de explicar o esporte devido a sua grande quantidade de regras, mas, conforme vocês forem acompanhando os jogos, eles ficarão mais fáceis de entender. Vamos lá?

Como é cronometrada uma partida de beisebol?

Não é possível cronometrar precisamente uma partida de beisebol. Isso porque nesse esporte não se termina a partida como no vôlei, quando um dos times atinge uma certa pontuação, nem quando a partida atinge determinado tempo de duração, como no futebol. A partida de beisebol acontece até que 27 eliminações sejam feitas.

Sendo assim, as partidas não têm uma duração média. Elas podem durar cerca de uma hora e meia quando um time é bem superior ao outro, ou até seis horas quando os times são equivalentes. A partida de beisebol mais longa da história aconteceu em 1981, entre os times Pawtucket Red Sox e Rochester Red Wings: 8 horas e 25 minutos!

Os turnos e as entradas

Os times se revezam em turnos de ataque e defesa: enquanto um defende, o outro ataca. Quando um turno se encerra, as equipes trocam de posição. A cada dois turnos, completa-se uma entrada (a entrada no beisebol é o equivalente do set do vôlei ou o tempo do futebol), e uma partida de beisebol termina quando nove entradas são completadas. No beisebol a partida não pode terminar empatada, então se as 9 entradas forem completadas e houver empate entre os times, ocorrem jogadas extras até que um dos times abra vantagem e ganhe a partida.

O primeiro turno de uma entrada, chamado de “parte alta”, é quando o time da casa arremessa e o time visitante rebate. Para o segundo turno, a “parte baixa”, os times invertem as posições. Isso acontece porque o time da casa sempre tem a vantagem de atacar por último da nona entrada, podendo vencer a partida na última jogada.

Termos do Baseball

(Pitcher): arremessador do time que busca eliminação adversária.

C  (Catcher/Receptor): recebe as bolas arremessadas pelo pitcher.

1B (First Baseman): defende o lado direito do infield (campo) e realiza eliminações na 1ª base.

2B (Second Baseman): defende o lado centro-direito e realiza eliminações na 2ª base.

SS (Shortstop): defende o lado centro-esquerdo e realiza eliminações na 2ª base.

3B (Third Baseman): defende o lado esquerdo e realiza eliminações na 3ª base.

RF (Right Fielder): defende o lado direito do outfield.

CF (Center Fielder): defende a parte central.

LF (Left Fielder): defende o lado esquerdo.

A figura de destaque na defesa é o pitcher e sua função é arremessar a bola para o catcher, quem realiza as recepções. O objetivo do arremesso é atingir a chamada zona de strike, uma área imaginária determinada pelo umpire principal (árbitro que fica logo atrás do catcher) localizada entre os ombros e joelhos do rebatedor.

Arremessos

Depois do arremesso, podem ocorrer três situações:

  1. Strike:

Objetivo do pitcher. São três as formas de se conseguir o strike:

  • Arremessar a bola na zona de strike e o rebatedor não tentar a rebatida (called strike);
  • Arremessar a bola em qualquer área e o rebatedor não acerta a bola ao tentar a rebatida (swinging strike);
  • O rebatedor manda a bola para uma área considerada fora do campo (foul).
  1. Ball

Caso o arremesso do pitcher não atinja a zona de strike e o rebatedor não tente a rebatida, o árbitro faz a chamada “ball”. A cada quatro balls contra um mesmo adversário, o arremessador cede um walk, ou seja, a passagem automática do rebatedor para a 1ª base. Caso já exista um jogador do time na 1ª base, ele avançará para a 2ª base e o rebatedor que recebeu o walk vai para a 1ª base.

  1. Bola em jogo

Se o jogador de ataque conseguir rebater a bola para a parte dentro de campo (fair), é considerado bola em jogo. Depois disso, ele pode chegar em base, anotar e/ou impulsionar corridas ou ser eliminado.

Eliminações

Quando um time está na defesa, seu objetivo é eliminar três adversários para que ocorra a mudança de turnos e entradas. Basicamente, as eliminações podem ocorrer de cinco maneiras:

  1. Strikeout

Se o pitcher consegue três strikes contra um mesmo rebatedor, ele consegue um strikeout e o rebatedor é eliminado. Um detalhe importante é que o terceiro strike não pode ser um foul ball, a menos que o rebatedor tente um bunt e este torne-se foul.

  1. Flyout

Se, após a rebatida, um jogador da defesa pega a bola sem que ela toque no chão, o rebatedor é automaticamente eliminado.

  1. Groundout

Se, após a rebatida, um jogador da defesa pega a bola depois que ela toca o solo e a lança até a 1ª base, onde exista outro defensor pisando nela e que agarre a bola, o rebatedor é eliminado se ele ainda não tiver tocado a própria 1ª base.

  1. Forceout

No forceout aplica-se a mesma lógica do groundout (defensor pisar na base antes do corredor), porém só pode ocorrer na 2ª, 3ª e 4ª bases. Para que a eliminação aconteça, é necessário que as bases anteriores estejam ocupadas.

  1. Tag Out

Se um jogador da defesa encosta a bola num corredor que não esteja em contato com uma base, ele é automaticamente eliminado.

A defesa também pode realizar uma combinação desses tipos de eliminações em um mesmo lance. Por exemplo, com um forceout + um groundout, o time elimina o jogador que estava correndo em direção à 2ª base (forceout) e rapidamente lança a bola para a 1ª base, antes que o rebatedor a alcance (groundout). Em casos de combinações se caracteriza uma Double Play, que elimina dois jogadores do ataque em uma só jogada.

Rebatidas

Nos turnos de ataque, os jogadores do time são rebatedores. Basicamente, são dois os tipos de rebatidas: o swing normal, em que o jogador faz o movimento completo, e o bunt, no qual o jogador apenas bloqueia a bola para impulsionar um companheiro de equipe que já esteja em base para a base seguinte.

Para que seja uma rebatida válida, a bola precisa ir para a parte considerada dentro do campo (fair) e não pode ocorrer uma eliminação no ataque.

Após o contato entre o taco e a bola, o rebatedor torna-se corredor e então seu objetivo é correr até a primeira base sem ser eliminado e ainda possibilitar que seus companheiros que estejam em base (caso haja algum) corram até a próxima base. Quando um jogador chega e seus companheiros avancem sem serem eliminados, dizemos que ele está a salvo e que conseguiu uma rebatida válida.

Uma rebatida válida pode ser:

  1. Simples: o rebatedor vai até a 1ª base com sua rebatida.
  2. Dupla: o rebatedor vai até a 2ª base com sua rebatida.
  3. Tripla: o rebatedor vai até a 3ª base com sua rebatida.
  4. Inside the park home run: o rebatedor vai até a 4ª base (home plate) com sua rebatida, mas esta é difícil de acontecer).
  5. Home run: o rebatedor manda a bola para fora dos limites do campo numa área considerada válida, e todos os jogadores em base anotam a corrida (inclusive o rebatedor).

Obs.: caso o jogador realize uma rebatida em que a bola toque o chão ou o muro e depois saia dos limites do campo, será considerada uma rebatida dupla automática (Ground Rule Double) e todos os jogadores em base avançarão duas bases, assim como o rebatedor.

Avançar bases e anotar corridas

Como explicamos, o jogador está a salvo uma vez que está na base. Ele permanecerá nessa base até o próximo rebatedor de seu time enfrentar o pitcher adversário. Caso seu companheiro consiga uma rebatida válida, o jogador do ataque que estava na base deve correr para a base seguinte.

São quatro bases no total. Quando um jogador alcança a quarta base (home plate) a salvo, o jogador anota uma corrida. As corridas são como pontos: o time que anotar mais corridas vence a partida.

Ainda há mais duas maneiras de conseguir avançar nas bases:

  1. Roubar bases

O corredor pode tentar roubar a próxima base enquanto seu companheiro de time enfrenta o arremessador adversário. Para que o roubo ocorra, no momento em que o pitcher realiza o movimento do arremesso, o “ladrão” deve correr até a base seguinte. A defesa, por sua vez, percebendo a tentativa de roubo, deve tocar o corredor com a bola (tag out) antes que o adversário chegue na base. A eliminação depende de um lançamento forte e preciso do catcher para o jogador da defesa que esteja mais próximo da base que o corredor está tentando roubar.

  1. Erro

Caso o time adversário cometa um erro defensivo, os corredores podem tentar correr e chegar a salvo nas próximas bases. Os erros podem ser:

  • Lançamento errado (throwing)

Sempre que um jogador da defesa lançar a bola para outro defensor de maneira errada, ou seja, muito alta, muito baixa ou na direção errada, impossibilitando que o companheiro apanhe a bola, é considerado um erro.

  • Defesa perdida (fielding)

É considerado erro sempre que um jogador de defesa não conseguir pegar a bola numa defesa considerada fácil, principalmente porque esse erro quase pode acabar possibilitando o adversário chegar em base sem ser eliminado. O pitcher não será responsabilizado pela corrida se o ataque anotar uma corrida devido ao erro defensivo.

Placar

O placar é bem simples de ser entendido. Observe a imagem abaixo e relacione cada área destacada com a legenda representada em seguida:

placar

Verde: nomes das equipes. Neste caso, são as iniciais de Arizona Diamondbacks e New York Mets.

Amarelo: abaixo dos números de 1 a 9 fica a quantidade de corridas anotadas por cada equipe nas entradas. Neste placar o Mets anotou quatro corridas na 4ª entrada, uma na 5ª e mais quatro na 8ª. O “x” na nona entrada mostra que o time NYM havia ganho a partida, já que Arizona não teria mais passagens pelo ataque para tentar reverter o placar.

Azul: abaixo da letra R fica o número total de corridas anotadas por cada time durante o jogo. ARI anotou 6 corridas enquanto NYM anotou 9.

Preto: abaixo da letra H fica o número total de hits (rebatidas) conseguidas por cada time. ARI conseguiu 9 e NYM conseguiu 12.

Roxo: abaixo da letra E fica o número total de erros cometidos por cada time. ARI cometeu um erro, NYM nenhum.

E essas são as principais regras do beisebol! Agora podemos acompanhar os jogos sem muitos problemas, certo? Os canais ESPN e Fox Sports detêm os direitos da MLB, consulte os guias para encontrar as datas e horários dos jogos.

Em caso de dúvidas, não hesite em voltar ao post para relembrar os termos. São muitas informações e é normal se sentir confuso no início.

No próximo post tem a história do New York Mets, o time do nosso ator favorito. Fiquem ligados na coluna, todas as quartas-feiras aqui no Dylan O’Brien Brasil!

 

BÔNUS: Filme da semana


O-HOMEM-QUE-MUDOU-O-JOGO

Fastball

 

Direção: Jonathan Hock
Ano: 2016
Disponível na Netflix

Cientistas e grandes nomes do beisebol analisam os desafios de um batedor ao receber uma bola rápida, que leva menos de meio segundo para chegar ao home plate.

 
 
 

Trailer

Conteúdo exclusivo Dylan O’Brien Brasil.

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