RESULTADOS:


Foram divulgados essa semana dois vídeos dos bastidores do filme Deepwater Horizon (Horizonte Profundo – Desastre no Golfo), novo projeto de Dylan O’Brien. Nos vídeos podemos ver cenas exclusivas do longa, além de entrevistas com o elenco e produção falando sobre as filmagens, a história que querem contar e sobre Dylan O’Brien e Gina Rodriguez. Assista aos vídeos legendados abaixo:

Horizonte Profundo – Desastre no Golfo estreia dia 06 de outubro nos cinemas brasileiros.

Publicado por Lara Bezerra em 26.09

Dia 06 de outubro estreia no Brasil o filme Horizonte Profundo – Desastre no Golfo, em que Dylan O’Brien interpreta Calleb Holloway, um sobrevivente da grande tragédia na plataforma de petróleo, em 2010. O longa, dirigido por Peter Berg, está em fase de divulgação, sendo assim o elenco e a produção vêm concedendo várias entrevistas para promover o filme, que terá sua estreia dia 30 de setembro, nos Estados Unidos.

O Produtor de Horizonte Profundo, Lorenzo di Boaventura, em entrevista para o site The Hollywood Reporter, falou um pouco sobre o acidente do Dylan, durante as gravações de A Cura Mortal, em março.

 

THR: Dylan O’Brien, seu astro de American Assassin, teve um acidente horrível no set de Maze Runner: A Cura Mortal. Ele está curado?

Lorenzo: Ele está muito melhor. Isso foi mais do que desconcertante. Eu não o vi em sua pior forma, mas me contaram. Foi realmente assustador. Ele chegou perto de morrer, eu tenho certeza. Isso foi o suficiente para abalar o seu interior.

 

Desde o início de setembro, Dylan está em Londres para a gravação de seu novo filme de ação, American Assassin, no qual viverá o papel de Mitch Rapp. Saiba mais sobre esse personagem aqui.

Fique ligado no DOBR para mais novidades!

 

Publicado por Gisele Alegre em 23.09

SURPRESA! Juntamente com a nossa parceira Paris Filmes, o Dylan O’Brien Brasil está realizando um sorteio de três pares de ingressos para o novo filme de Dylan O’Brien, Horizonte Profundo: Desastre no Golfo, que estreia dia 29 deste mês nos cinemas nacionais.

Como muitos de vocês sabem, Horizonte Profundo é baseado em fatos reais. No ano passado, o DOBR preparou uma matéria explicando um pouco mais sobre a plataforma e Caleb Holloway, personagem interpretado por Dylan – para conferir, clique aqui.

Decidimos sortear cada par de ingressos em uma rede social, sendo elas o Facebook, o Instagram e o Twitter. Para participar, fique atento às datas e como funcionará cada sorteio:

Facebook – 1 par de ingressos:

– Início: 10 de setembro;
– Resultado: 22 de setembro;
– Curtir as páginas Dylan O’Brien Brasil, Paris Filmes e Horizonte Profundo;
– Compartilhar o post em modo público;

Instagram – 1 par de ingressos:

– Início: 10 de setembro;
– Resultado: 18 de setembro;
– Seguir o Dylan O’Brien Brasil e Paris Filmes;
– Marcar 3 amigos nos comentários (quanto mais comentários, mais chances de ganhar);

Twitter – 1 par de ingressos:

– Início e resultado: 17 de setembro;
– Seguir o Dylan O’Brien Brasil e Paris Filmes;
– Responder as perguntas que serão feitas na data definida utilizando as hashtags #DOBRMeLeva #HorizonteProfundo;

 

Regulamento:

– Promoção válida em todo o território nacional para participantes que possuam residência fixa no Brasil;
– A utilização de contas falsas implica na desclassificação do participante;
– O vencedor de cada sorteio levará apenas 01 (um) par de ingressos para casa. Sendo assim, uma vez que vencer uma das promoções, o(a) ganhador(a) não poderá concorrer em outras redes sociais;
– As inscrições só serão válidas para os participantes que cumprirem todos os tópicos citados acima;
– É proibida a participação de membros do DOBR;
– Caso o vencedor não entre em contato conosco dentro do prazo limite de 48h, o sorteio será realizado novamente;
– A simples participação no concurso implica na concordância com todo o regulamento.

Publicado por Arthur Aguilhar em 10.09

Novo teaser divulgado exclusivamente pelo CBS News mostra apreensão dos personagens, vividos por Dylan O’Brien e John Malkovich, minutos antes da explosão na plataforma Deepwater Horizon.

Confira o teaser abaixo:

 

 

 

A estreia de Horizonte Profundo – Desastre no Golfo está marcada para o dia 10 de novembro no Brasil. Continue nos acompanhando para qualquer atualização sobre o projeto.

Publicado por Juliane Brizola em 02.09

Nessa quinta-feira (25) foi divulgado um vídeo dos bastidores do filme Deepwater Horizon (no Brasil, Horizonte Profundo – Desastre no Golfo), no qual Dylan O’Brien e seus colegas de elenco e produção nos contam como foram as gravações, os desafios enfrentados e a mensagem que desejam passar com o longa, além de nos mostrarem cenas inéditas! Assista ao vídeo legendado abaixo:

O filme tem sua estreia marcada para 29 de setembro nos cinemas brasileiros. Fiquem ligados no DOBR para mais novidades!

Publicado por Lara Bezerra em 26.08

Com a estreia de “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo” cada vez mais próximo, o processo de divulgação do filme está cada vez maior. Ontem (24), foi anunciado a programação do filme no Toronto Film Festival 2016 e hoje você pode conferir as novas stills e comercial recentemente publicados.

 

Comercial

Comercial Brasileiro

 Still

O filme tem data de lançamento para o dia 29 de Setembro no Brasil!

Publicado por Juliane Brizola em 24.08

Ontem (23), foi divulgado no site oficial do TIFF a programação do filme “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo” no evento. Confira a data abaixo e já reserve o dia para acompanhar conosco!

DEEPWATER HORIZON

Diretor: Peter Berg

País de Origem: EUA | Duração: 107 minutos | World Premiere | Ano: 2015 | Classificação Indicativa no Canadá: 14A | Idioma: Inglês

Terça-feira (13 de setembro) – Quarta-feira (14 de setembro) – Sexta-feira (16 de setembro

Mark Wahlberg, Kurt Russell, John Malkovich e Kate Hudson estrelam neste drama de alta octanagem, que conta a história do maior vazamento de petróleo da história dos Estados Unidos e uma das mais devastadoras catástrofes ambientais do mundo provocadas pelo homem. Crivada de tensão e repleta de personagens maravilhosos, o conto de negligência corporativa e heroísmo inspirador do diretor Peter Berg oferece uma mistura rara de espetáculo de grande orçamento e comentários instigantes.

É de Abril de 2010. A unidade de perfuração marítima, Deepwater Horizon, localizada umas 40 milhas a sudeste da costa da Louisiana, no Golfo do México. Um ar de inquietude paira no ar enquanto trabalhadores entram em conflito com executivos da British Petroleum sobre questões de devida diligência. Olhos claramente fixos na linha de fundo, o mandachuva intimidador da BP (Malkovich com seu melhor rosnado) quer acelerar os testes e começar a perfuração.

Enquanto isso, os encarregados veteranos (Wahlberg e Russell) estão preocupados principalmente com a segurança de seus colegas de trabalho – mas eles vão desafiar as ordens quando milhões de dólares estão em jogo?

Embora se possa deduzir o que acontece em seguida, chegar até lá torna o filme eletrizante. O desastre acontece e a Guarda Costeira é chamada, mas cabe aos que já estão a bordo salvar tantas vidas quanto for possível, antes que a plataforma inteira acabe em chamas.

Depois de seu filme de guerra dilacerante, “O Grande Herói” , Berg reafirma seu dom para mobilizar vastos recursos, mudando facilmente de cenas de confronto verbal para cenas de ação. Através de Wahlberg (um convidado apresentado neste ano no programa “In Conversation With…”) e de Russell, ele canaliza personagens de integridade da classe operária em quem você pode realmente se basear; não porque eles possuem poderes especiais, mas sim porque eles são pessoas comuns enfrentando uma crise extraordinária – e eles se recusam a recuar.

Tradução e Adaptação: Equipe Dylan O’Brien Brasil

Até o momento a presença de Dylan O’Brien no evento não foi confirmado. Continue nos acompanhando para saber mais sobre este e outros projetos.

Publicado por Juliane Brizola em 24.08

Na última sexta-feira (12), o jornal Tampa Bay Times publicou uma matéria sobre a produção do filme Deepwater Horizon, mostrando relatos de sobreviventes e familiares das vítimas do grande desastre.
Confira:

NOVA ORLEANS: Em uma agradável noite em terra firme,
o inferno explode de novo em Deepwater Horizon

Não é a plataforma de petróleo British Petroleum que explodiu em 20 de abril de 2010, desencadeando uma catástrofe ambiental no Golfo do México, mas uma réplica parcial construída quase à mesma escala em um parque de diversões abandonado. Desta vez, o holocausto é controlado. Ninguém vai morrer. Só nos filmes.

Monitores de circuito fechado mantem os visitantes do set de filmagens de Deepwater Horizon assistindo a uma distância segura. Nas telas, os atores Mark Wahlberg e Kurt Russell lutam para lançar um barco salva-vidas, enquanto o fogo ruge e uma plataforma hidráulica inclina. Três vezes a confusão é repetida para o diretor Peter Berg escolher a cena mais emocionante, um momento culminante nesta produção de 150 milhões de dólares, previsto para estrear em todo o país (EUA) no dia 30 de setembro.

Visto fora de contexto, a cena parece e soa como apenas mais um filme de desastre. Isso é exatamente o que os cineastas não querem que Deepwater Horizon seja.

“Você se lembra todos os dias do por que você está fazendo isso, e para quem você está fazendo isso.” Wahlberg disse anteriormente. “As 11 pessoas que perderam a vida e as pessoas que foram afetadas por isso.”


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A Deepwater Horizon era uma moderna plataforma de perfuração de petróleo em alto mar, que sete meses antes perfurou o maior poço de petróleo da história, mais de 35.000 pés. Quando explodiu, 126 membros da tripulação estavam a bordo. Uma erupção de lama de perfuração e gás metano inflamaram quando o sistema de segurança contra explosões da plataforma falhou. Os investigadores viriam culpar o desastre, principalmente pelas medidas de corte de custos e tempo da BP, além de negligência do proprietário da plataforma, a Transocean.

Como resultado, o poço jorrou petróleo no Golfo do México por quase três meses. Correntes arrastaram o desastre em terra, para as comunidades costeiras, onde os números do turismo e da indústria de frutos do mar tiveram diminuições acentuadas. Bilhões de dólares em multas e restituições ordenadas pelos tribunais ainda estão sendo classificadas.

O filme de Berg não examina os custos ecológicos e financeiros. Ele termina com os sobreviventes da Deepwater Horizon sendo resgatados, depois de detalhar as circunstâncias que levaram à morte de 11 homens.

Wahlberg vê a mesma bravura nos tripulantes que ele já retratou antes, entre os condenados pescadores de águas profundas em “Mar em Fúria”, e a emboscada da U.S. Navy SEALs em “O Grande Herói”. “Comprometemo-nos a fazer o filme para comunicar à todas as famílias que esse é o nosso foco”, disse Wahlberg. Pelo menos um sobrevivente é cético.

“Há respeito e há verdade”, Patrick Morgan de McCool, Mississippi, disse por telefone. “E se eles não estão dizendo a verdade, então eu não acho que eles estão mostrando muito respeito. Você sabe como Hollywood é, eles só aparecem para fazer dinheiro.”

Morgan, 47, era um perfurador assistente na Deepwater Horizon, que foi levado da plataforma em uma maca, carregado em um barco salva-vidas, com as costas e pescoço gravemente feridos. Depois de se recuperar, a Transocean o contratou para trabalhar em outro equipamento, mas a experiência foi muito traumática para Morgan e sua família. Ele agora trabalha em terra como técnico da AT&T.

Pressionado pelo exemplo de que Deepwater Horizon estava faltando com a verdade, Morgan disse: “Desde os trailers que eu vi que algumas pessoas que estão sendo retratadas como heróis e coisa do tipo, mas eles não são. Bem, não que eles não sejam heróis, mas havia heróis maiores que deveriam ter sido retratados.” Quando perguntado se ele se referia ao elenco de Wahlberg, como o principal técnico de eletrônica Mike Williams, consultor do filme, Morgan simplesmente respondeu: “Sim.”

Williams se tornou a face não-oficial da equipe após uma entrevista de 60 minutos em 2010, destacando sua ousadia em um salto de 80 pés do alto da plataforma. A fuga é inegavelmente cinematográfica, com trailers de acrobacias para Deepwater Horizon usar como um gancho visual.

“Você tem que descobrir a partir do ponto de vista de quem você quer contar a história”, disse Wahlberg. “Nós sempre pensamos, depois de ver os 60 minutos da peça, que era bastante óbvio, deveria ser do Mike.”

Além da entrada de Williams, os produtores de Deepwater Horizon tomaram medidas extras para garantir o respeito para todos da equipe e suas profissões. Os sobreviventes e as famílias das vítimas foram convidadas para o set. Eles viram os atores interpretando seus entes queridos, e ouviu Berg prometer autenticidade semelhante ao seu trabalho anterior baseado em fatos reais, com Wahlberg, O Grande Herói. Repórteres de quatro publicações da Costa do Golfo, incluindo o Tampa Bay Times, fizeram um tour semelhante em julho de 2015.

Durante uma pausa nas filmagens, Wahlberg salientou o seu compromisso de retratar a coragem e sacrifício da tripulação da plataforma Deepwater Horizon. “[A mídia] parece perder o contato – pelo menos alguns dos meios de comunicação – com o elemento humano da história”, disse Wahlberg. “Eles estavam focados no desastre ambiental, que obviamente foi horrível, mas você está falando de cerca de 11 pessoas perdendo suas vidas, e isso é muito importante. Isso deve ser sempre o aspecto mais importante disso tudo.”

Ainda assim, esta é uma história não apenas de vidas, mas dos meios de vida dos “colarinhos-azuis”. Apesar de sua experiência, Morgan aprova perfuração marítima e suas oportunidades de emprego. Ele está preocupado que o filme possa inspirar mais protestos ambientais contra essa prática. “Eu percebo que alguém foi obrigado a fazer um filme sobre isso”, disse Morgan. “Eu só não quero ver a política, o politicamente correto e toda essa porcaria envolvida nisso”. Nas dificuldades econômicas, os trabalhos podem superam a tragédia pessoal.

“Mesmo eu tendo perdido alguém, eu ainda tenho família que trabalha no ramo do petróleo”, disse Sheryl Revette, cujo marido, Dewey, foi morto na explosão. “A vida é assim”. Ao contrário de Morgan, Revette aceitou o convite para visitar o set de filmagem no verão passado. “No começo foi um misto de emoções”, disse ela por telefone, de sua casa em State Line, Mississippi. “Nós queríamos tentar e ter uma ideia de como eles iriam retratar a história, como os nossos trabalhadores seriam mostrados, a plataforma em si … se seriam a favor da perfuração ou contra, quais diretrizes eles seguiriam “. No set, o produtor Mark Vahradian disse que envolver os sobreviventes é “um processo muito cuidadoso.” “Estávamos preocupados com isso desde o início …”, disse Vahradian. “Isso poderia ser visto como exploração.”

“As famílias estavam preocupadas em ter que testemunhar a morte de seus entes queridos neste filme, e até certo ponto eles iriam. Temos que ser honesto com eles sobre isso. Nós deixamos claro para eles que nós não estamos fazendo isso para explorar as mortes de seus entes queridos. Não é uma tomada de posição contra a perfuração marítima, ou um julgamento.”

Deepwater Horizon termina com o salvamento da tripulação sobrevivente, e faz isso de propósito. É o mesmo ponto onde uma história do New York Times de 2010 terminou. O filme é baseado nessa história, as horas finais de Deepwater Horizon, co-escrito pelo vencedor do Prêmio Pulitzer, David Barstow. “Eu não acho que se alguém assistir a este filme vai pensar que deturpa uma catástrofe natural”, Barstow disse, notando que a cobertura da mídia sobre o derramamento de petróleo rapidamente ofuscou o valor humano.

Barstow disse que o filme sublinha deficiências na segurança e na manutenção, criadas pelos cortes de custos da BP que levaram ao desastre. Barstow, ex-repórter do St. Petersburg Times, viu um corte precoce da Deepwater Horizon. Ele e a colega do New York Times, Stephanie Saul, são assessores técnicos do filme. “A versão que eu vi, eu não acho que alguém poderia ficar confuso sobre a má conduta corporativa que contribuiu para esse desastre”, disse Barstow. “O filme realmente enfrenta essas questões diretamente.”

Barstow citou “um momento incrível” entre Wahlberg e John Malkovich, no papel de supervisor da BP. “[Wahlberg] dá um tipo de lista de todas as coisas que estão quebradas nesta plataforma de petróleo, que eles precisavam consertar”, disse Barstow. “Na verdade, há alguns momentos em que eu estava assistindo, pensando que eles fizeram isso certo.”

Barstow descreveu “uma corrente de raiva” na comunidade de perfuração, “toda a atenção estava voltada para os pelicanos cobertos de petróleo enquanto você tinha as famílias de luto porque perderam alguém. Outras famílias estavam sentadas em vigílias nos hospitais, esperando a recuperação de seus entes queridos. Não há dúvida de que esta foi uma enorme catástrofe ambiental, mas no meio disso também é um desastre humano incrível.”

Produtores de Deepwater Horizon estão em contato com as famílias das vítimas, e organizam uma exibição privada que Revette não deseja participar. “Pessoalmente, eu não quero estar em um cinema com as outras famílias”, disse Revette. “Eu acho que nós deveríamos ser capazes de assistir ao filme separadamente. ” “É apenas uma grande e real montanha-russa de emoções. Sabendo que todos nós no final vamos perder alguém, vai ser muito difícil assistir. Se eu conseguisse um DVD e pudesse assistir ao filme em minha própria casa com minhas cinco caixas de Kleenex (lenços de papel) e um saco para hiperventilar, seria melhor. “

Morgan está dividido sobre como assistir uma reencenação do que ele viveu. “É isso mesmo”, disse ele. “Eu não quero assistir, mas também sei que a curiosidade vai ter o melhor de mim e, mais cedo ou mais tarde eu vou vê-lo.” Até esse momento, Morgan permanece em dúvida. “Há centenas de pessoas que sabem o que aconteceu naquela plataforma”, disse ele. “Hollywood certamente não sabe o que aconteceu naquela plataforma.”

Deepwater Horizon tem sua estreia no Brasil prevista para 29 de setembro. Continue de olho no DOBR para mais informações!

Tradução e adaptação: Equipe Dylan O’Brien Brasil.

Publicado por Priscila Silvestrone em 17.08