Publicado em 18, ago às 1:20
Dylan O’Brien vence categoria no Teen Choice Awards 2015

Aconteceu na noite desse domingo (16), em Los Angeles, Califórnia, o Teen Choice Awards, que tem o intuito de eleger os melhores do ano na TV, música, cinema e internet.

Mesmo sem comparecer ao evento, Dylan O’Brien, que concorria em algumas categorias, levou apenas uma, Choice TV Scene Stealer por sua atuação como Stiles, em Teen Wolf, que também levou um prêmio, Choice Summer TV Show.

Parabéns, Dyl!

Publicado em 14, ago às 16:39
Dylan O’Brien concede entrevista à Entertainment Weekly

A nova edição da revista americana Entertainment Weekly conta com uma entrevista com Dylan O’Brien! Durante a conversa com Nina Terrero, o ator falou sobre o novo filme da saga Maze Runner, Prova de Fogo, além de Teen Wolf e até mesmo um possível novo projeto que vem pela frente. Leia a matéria abaixo:

Para a maioria das estrelas de ação, a emoção de filmar gira em torno de escalar muros e esquivar-se de explosões. Nem tanto para Dylan O’Brien, que tinha uma pergunta para o diretor Wes Ball logo antes do início da produção da sequência de The Maze Runner. “Eu perguntei a ele quanta corrida eu tinha pela frente”, diz O’Brien, 23. “Mesmo sabendo que o filme poderia seguir uma direção diferente, eu simplesmente amo correr.”

Na adaptação do primeiro livro da trilogia mais vendida de James Dashner, O’Brien interpretou Thomas, um jovem cuja habilidade de pensar com os pés e correr em altas velocidades o oficializou como o líder de um grupo de adolescentes sem memória presos no centro de um labirinto traiçoeiro. Lançado em Setembro, The Maze Runner lucrou mais de $340 milhões ao redor do mundo e imediatamente colocou O’Brien na curta lista de estrelas de vinte-e-poucos-anos mais bem sucedidas. A continuação desse ano, Prova de Fogo, tem Thomas guiando seu grupo em um deserto abandonado chamado Scorch, enquanto encara um novo ambiente de obstáculos arriscados. Terá muita corrida, mas a sequência tomará um tom mais adulto. “Thomas está mais maduro e um pouco inseguro de si mesmo”, diz Ball. “Eu acho que Dylan se dedicou muito.”

O fato de que O’Brien estava pronto para assumir uma história mais emocional virá sem surpresa para os fãs que o acompanham desde sua estreia como Stiles Stilinski no sucesso na MTV, Teen Wolf. Nos mais de 80 episódios que ele gravou desde o lançamento em 2011, ele enfrentou de tudo, desde angústia adolescente até possessão demoníaca. “[Teen Wolf] se tornou literalmente minha escola de atuação, para onde fui todos os dias durante seis meses, todo ano”, diz O’Brien.

Crescendo em New Jersey e Califórnia, O’Brien não imaginou que se tornaria um artista. “Eu era muito tímido”, ele diz. “Eu fazia aula de piano, mas nunca me apresentaria nos recitais.” Apesar disso, seus colegas dizem que ele é natural. “Ele tem um grande interior emocional e ele tem um ótimo humor”, diz Patricia Clarkson, 55, que interpreta a adversária de O’Brien, Ava Paige. “Alguns atores jovens se contorcem entre um [personagem] e outro, e eu acho que ambos são fáceis para ele. Ele tem as emoções nas pontas dos dedos.”

A seguir, O’Brien aparecerá ao lado de Mark Wahlberg em Deepwater Horizon, baseado na explosão da plataforma de petróleo, e ele está de olho na adaptação do livro de Chad Harbach’s, The Art of Fielding. “Eu só espero fazer coisas boas, onde eu me sinta conveniente sendo quem conta aquela história”, O’Brien diz. E se ele puder fazê-lo numa corrida desesperadora, melhor ainda.

Os scans da revista estão disponíveis na nossa galeria de fotos, veja clicando nas miniaturas abaixo:

Continue acompanhando o Dylan O’Brien Brasil para saber todas as novidades sobre o ator e o possível novo projeto citado na entrevista!

Publicado em 13, ago às 4:00
Collider entrevista Dylan O’Brien no set de “Prova de Fogo”

Em dezembro do ano passado, o site Collider entrevistou Dylan O’Brien durante as gravações de Maze Runner: Prova de Fogo. Na entrevista, o ator fala sobre as comparações de dublês entre Maze Runner e Teen Wolf, a pressão de voltar ao segundo filme e muito mais. Confira:

Em dezembro tive a oportunidade de visitar o set de Maze Runner: Prova de Fogo em Albuquerque, Novo México. Na sequência, os Gladers saíram do labirinto, mas as coisas ainda não estão claras. CRUEL está tramando alguma coisa e, a fim de descobrir o que a misteriosa organização planejou para eles, os Gladers devem fazer o seu caminho através do deserto, uma paisagem queimada invadida por indivíduos infectados conhecidos como Cranks.

Ao longo do caminho, alguns dos personagens acabam em uma festa de sortes e é isso que o diretor Wes Ball e sua equipe estavam ocupados filmando quando chegamos ao castelo de Gertrude Zachary localizado bem no coração da cidade. A primeira parte focou em Thomas (Dylan O’Brien) e Brenda (Rosa Salazar). Ficou claro que as suas bebidas haviam sido sabotadas, mas Thomas ainda tentava desesperadamente encontrar seus amigos, enquanto Brenda tentava convencê-lo “Apenas relaxe. Apenas deixe ir.” Ele obedece, eles se beijam, mas, em seguida, ele olha para ela e diz: “Você não é ela.” Querendo dizer que ela não é Teresa (Kaya Scodelario). Ouch.

É um momento muito intenso, mas quando O’Brien tirou uma breve pausa para falar conosco, ele estava de muito bom humor, como de costume. Durante a nossa entrevista no set, ele falou sobre beijos na tela, o triângulo amoroso que se forma entre Thomas, Teresa e Brenda, se há pressão em fazer a sequência ser melhor que o primeiro filme, as habilidades de Mario Kart do elenco e mais. Você pode ler sobre isso tudo nessa entrevista.

Pergunta: Dia difícil beijando meninas…
Dylan O’Brien: Eu sei. Duas delas!

Falamos com Kaya logo depois daquilo, foi hilário.
O’Brien: Sério?

Sim.
O’Brien: Como foi? Qual foi o relatório?

Como beijar o próprio irmão, aparentemente.
O’Brien: Ah, bom. Legal.

Elogios.
O’Brien: Sim. [Risos] É a pior análise que se pode ganhar.

Muitos novos desafios neste filme. Qual tem sido o mais divertido para você explorar?
O’Brien: O aprendizado do personagem me faz descobrir algo para mim mesmo. O jeito que eu olho para isso, é que Thomas foi a razão de tudo, ele tomou toda a responsabilidade para ele quando eles saem porque pensou que fosse a resposta, ele acreditava tanto nisso e agora que saíram, percebe que eles perderam mais do que já tinham, Chuck especialmente. Tudo está pesando sobre ele agora, e ele não está tão certo de que foi a melhor escolha. Talvez não tenha sido mesmo. É o tipo de luta que ele tem que permanecer acreditando em si mesmo e ficar forte com os caras.

Fisicamente eu tenho certeza que os caras têm dito a vocês, estamos em um lugar novo a cada semana e isso é realmente legal sobre o filme. Eu nunca pensei que este seria mais cansativo do que o primeiro mas de longe é, o que é realmente engraçado. Mas é ótimo, é muito legal, porque cada semana é uma nova energia. Nós começamos nas dunas de areia e parece que foi há um ano atrás, para mim, é tão engraçado. Toda semana estamos em um lugar novo, e lugares novos são como novos capítulos. Há uns cinco filmes em um. É muito legal, fisicamente desafiador e frio ao contrário do calor no primeiro.

Como os dublês deste filme se comparam com os dublês de Teen Wolf?
O’Brien: [Risos] O que é engraçado em Teen Wolf é que, eles nunca vão me dar um dublê porque, bem, além de ser algo caro não é como se eu estivesse fazendo cambalhotas de lobo ou algo assim, então é tipo “Caia da escada”, e assim se torna similar. Eu tenho um dublê, mas novamente, nunca é algo extremo, é sempre algo que pode funcionar melhor se eu fizer, porque você quer me ver fazendo. Não que eu seja uma estrela da ação, sabe? E eu acho que é importante para o espírito do livro e toda a história. Acredito muito nisso, por isso não tem problema para mim, e eu adoro fazer coisas de dublê e outras coisas de ação. Mas não estou pulando de helicópteros, isso seria loucura.

Ainda não.
O’Brien: [Risos] Certo. Na próxima semana eles vão vir para mim, “Ei, você vai ter que dar uma pirueta de costas para fora de um helicóptero.” Tem muito mais do que isso aqui. Aqui, todos os dias eu faço algo assim. Teen Wolf tenho algo desse tipo pra fazer de vez em quando, mas não dá nem pra perceber ou planejar. No dia eles vão falar, “Oh, acho que é aqui que você cai.”

Você pode falar sobre essa cena e da importância dela no filme? Vocês realmente focaram nessa linha, “Você não é ela.”
O’Brien: Não é um triângulo amoroso é isso o que eu amo sobre este enredo, é que ele é meio que tão pouco romântico e é isso que o torna tão romântico. Não há realmente nenhum romance acontecendo. Só tem algo lá, conexões para o público criar e eu acho isso mais forte do que simplesmente jogar o romance em você. Eu sempre gosto de cultivar essas coisas para mim como um espectador, sabe, como, “Oh, eles são incríveis juntos”.

Na primeira, Thomas e Teresa, o que eu amo sobre o relacionamento deles é que tem uma conexão. É algo conhecido em um mundo que é completamente desconhecido para esses garotos, como se tivesse literalmente renascido. Eles um para o outro são o único pedaço de memória que têm e isso me faz sentir seguro, eu acho que isso é bonito. Não é necessariamente como parar e beijar na floresta. Isso nunca acontece e isso é o que eu amo também. É tão autêntico. Nós realmente queremos tornar isso real porque eles estão em uma situação que nunca irão apenas estar se ‘pegando’. [Risos] Eles estão tentando sobreviver o que é outra beleza da história. O romance é deixado de lado sem ser deixado de lado. Ainda está lá, novamente, algo para o público se agarrar, criar, e amar.

E então neste filme eu sei que os leitores já vão saber que a relação de Thomas e Teresa é interessante. Eles meio que batem de frente. Tem um desacordo. Há os leitores do livro e depois há pessoas que apenas vão assistir ao filme e não têm ideia do que está por vir. E então neste filme eu sei leitores de livros vai saber que a relação Thomas e Teresa neste filme é muito interessante. Eles tipo de bater de frente em um sentido. Eles meio que tem um desacordo. Há os leitores do livro e depois há pessoas que apenas vão assistir ao filme e não têm ideia do que está por vir. Para mim, no livro, o que eu notei, no espírito, não sabemos inteiramente, porque não temos essa coisa de telepatia, mas eles estão distantes. De repente, essa conexão não está mais lá. No livro, Thomas passa o primeiro ato nem mesmo tentando falar com ela e eles estão separados e ela nem sequer responde e essa é a primeira vez que isso aconteceu. Então, nós estamos fazendo isso definitivamente sem a coisa da telepatia. É ainda tem o espírito de como – há uma desconexão e há uma razão pela qual, e você e descobrir, e isso será uma coisa muito interessante para os dois personagens experimentarem juntos.

E aí, ao mesmo tempo, Brenda entra na vida de Thomas e eles são uma super equipe e eles meio que são jogados para essa situação juntos e eu acho que, mais uma vez, isso apenas aproxima as pessoas de uma maneira, não necessariamente gosta assim na cara do espectador, como estávamos dizendo, sabe? Novamente, é isso o que eu mais gosto. Ela faz aquilo significar para ele. É uma dinâmica muito diferente e eu adoro isso, mas, novamente, eu sinto que esse é o meu tipo favorito de coisas. Ela é super atrevida com ele e, a princípio ele meio que a odeia [risos], e eu adoro isso. Eles saem nessa aventura juntos e eles salvam um ao outro e eu acho isso muito legal.

Você encontra o Crank que quer o seu nariz? Estamos todos morrendo de vontade de saber.
O’Brien: Sim, nós tentamos pôr isso e sei que Wes estava dizendo que ele não tem certeza se vai funcionar, mas nós fazemos – há um monte de coisas que nós tentamos pelo menos – Eu acho que isso vai ser ótimo para os fãs do livro. Isso, pelo menos, vai ser realmente, realmente legal pra p*rra. Eu sempre interfiro durante estas coisas. [Risos]

O que achou de Rosa [Salazar]?
O’Brien: Ela é ótima!

Todo membro do cast que entra, todo mundo trata tão bem.
O’Brien: Sim, e ela se encaixou bem imediatamente, e Jacob [Lofland] também. Eu sinto que continuamos recebendo sorte. Eu não sei o que é, eu não sei se somos nós ou sei lá, mas temos um ótimo grupo. Rosa é hilária, ela vai fazê-lo rir durante o dia inteiro, ela tem energia ilimitada, e é uma atriz fantástica. Eu não sei como conseguimos todas essas pessoas talentosas com também grandes personalidades. Ouvi dizer que é raro, mas eu sinto que nós apenas temos ouro. É ótimo. E ela vai ser tão maneira quanto Brenda. Eu nunca poderia realmente imaginar Brenda, eu não sei porque eu sempre tive um momento difícil imaginando a personagem e visualizar isso, vê-la vir à vida com os meus próprios olhos, e assim que eu lidei com Rosa eu estava tipo, “Wow, ela está lá.” O cabelo e tudo, eu adoro isso. Eu acho que é perfeito.

Você leu o livro mais adiante? Já sabe o que acontece?
O’Brien: Sim.

Muitas pessoas disseram que não querem saber.
O’Brien: É. Bastante engraçado, estou em um ponto em que eu só lembro das grandes coisas porque li há mais de um ano atrás. Eu sou muito ruim com compreensão de leitura. [Risos]

Mas você leu a série de uma vez?
O’Brien: Sim, em um espaço de quatro meses, eu acho.

Isso é bom.
O’Brien: Foi literalmente a única lição de casa que eu tive nos últimos cinco anos. [Risos] Sabe o que eu quero dizer? Tipo, na escola você teria lido 100 livros até então e feito trabalhos sobre eles e tudo mais.

Existe alguma coisa sobre a reação dos fãs ao primeiro filme que você colocou em seu coração e incorporou aqui?
O’Brien: Isso é realmente interessante. Eu acho que é não [risos], porque eu nunca tinha pensado nisso. Eu não sei. Eu sempre amei o que nós temos feito e amo o nosso elenco, eu amo nosso grupo e os fundamentos básicos do grupo também. Os caras que carregamos para este filme, Wes, os nossos produtores, eu sinto que eu tenho sido sempre muito, muito apaixonado por aquilo que tenho feito para os fãs e depois também que tipo de expandiu um pouco quando o filme saiu. Acho que temos muito mais fãs que não necessariamente sabem o que os livros foram e tipo de apenas amei como foi o filme. Ele só me fez sentir orgulhoso, eu acho, e eu acho que me alimentou a vir para este. Eu acho que é apenas a paixão que eu e todos nós temos por esta história. Eu acho que mesmo se o filme bombar, ainda vai ser um pedaço de trabalho que estamos todos tão orgulhosos e que nós todos lembraremos a experiência de tão boa que foi.
Isso não importa para nós nesse momento. Obviamente aconteceu porque queríamos arredondar para cima novamente e fazer o segundo e o terceiro filme. Se você é orgulhoso de algo e se você é orgulhoso de seu trabalho, no final do dia, a experiência de ir embora você se sentirá bem sobre isso, é isso que você tem que se concentrar. Você não pode deixar os números de bilheteria ser como, “Cara, quão merda.” Isso roubaria tudo que vivemos em primeiro.

Existe alguma pressão voltando para uma sequência? No primeiro você teve a pressão de agradar os fãs do livro, e vocês só queriam fazer um grande filme. Agora você tem a sequência, um estúdio dando mais dinheiro, já há uma data de lançamento…
O’Brien: Bastante engraçado, o único aditivo está agora meio que me perguntam isso o tempo todo. [Risos] No primeiro, foi muito mais sob o radar e esse é o tipo de jeito que eu sempre prefiro que ele seja porque não tínhamos esse filme que estava meio que muito reprimido para o sucesso, e eu realmente acredito que o sucesso que nos rendeu a partir dele, o sucesso que o filme tem experimentado é todo o nosso trabalho duro nele de todos os ângulos, a paixão de todos para ele, e o quanto nós investimos nele. Eu sempre fui muito orgulhoso disso.

E ainda parece verdadeiramente íntimo. Para ser honesto, falando francamente, não temos o orçamento de um Divergente ou um Hunger Games. Não temos a comercialização deles. Não é com todos assim. Eu acho que a única razão pela qual chamou a atenção de algumas pessoas é porque é legal. Nós fizemos realmente ser especial, eu acho, espero, sabe? Eu ainda sinto que estamos tipo sob o radar. Até mesmo para ser mencionado com esses outros filmes significa que temos feito um trabalho muito bom com ele, então eu só foco nisso e me orgulho de que ao invés de sentir a pressão de como, “Oh não, agora há olhos sobre ele.” Isso pode entrar na sua cabeça às vezes mas você tem que lutar para não deixar que isso aconteça, porque é da natureza humana que isso entre na sua mente, eu acho, especialmente se você for perguntado muito sobre isso, e você simplesmente não. Você acabou de se concentrar em seu trabalho e as pessoas ao seu redor e realmente absorvem a experiência também, porque eu vou ficar muito triste quando tudo isso acabar.

Existe uma cena no livro que você adorou ler e que você está realmente orgulhoso?
O’Brien: Sim, eu estava com medo da cena da morte do Chuck. Estou tão feliz que eu posso dizer isso agora sem ser gritado na Comic-Con por uma multidão de pessoas. [Risos] Sim, isso foi horrível. Quais são os meus momentos mais brilhantes? Esse sempre foi um. Essa eu estava realmente, A, da leitura do livro em seguida, indo para rodar o filme, estava sempre no fundo da minha mente. Eu nunca tinha feito algo parecido antes e também eu realmente sabia que precisava ser certo, porque eu sou o divertido da história também, e eu acho que isso ajuda como ator, porque eu senti a morte tão difícil quando li pela primeira vez. E então o fato de que você precisa fazer aquilo e aquela justiça pode fazer você se sentir um pouco nervoso, especialmente [porque] eu nunca fiz isso antes. Lembro-me da primeira vez que eu vi que eu não podia sequer olhar para ele. Foi muito estranho. Foi como se meu coração estivesse acelerado e eu me senti muito estranho ao vê-lo. Mas voltei e vi várias vezes, estou orgulhoso de como saiu. Eu acho que funcionou muito bem e, obviamente, há sempre coisas que você acha que pode fazer melhor.

E neste filme?
O’Brien: Eu só vou saber quando for embora, eu acho. Mas enquanto nós estamos sobre o tema, este material era algo que eu estava realmente preocupado. Eu não tinha ideia de como ele iria ser e realmente não têm uma visão clara de como nós íamos estar fazendo isso mas eu fiquei completamente apaixonado com a forma como eles filmaram, como ele foi formulado. Eles tocaram a canção na manhã de ontem e foi realmente estranho, chocou todos – todo mundo tem pensado que estávamos filmando em 48 estruturas ou algo assim, e nós não filmamos. Ficou lento, uma vibe tipo entre sexy e assustadora, e então ficou um terror. Eu acho que isso vai ser incrível para os fãs. Eu não tinha ideia de como isso ia ser. E novamente, eu mal posso esperar para ver tudo junto. Eu não vi o material final, mas, pelo menos, indo embora eu possa estar confiante de que os fãs dos livros vão ser como, “Yah, tem a festa!” E isso é ótimo e parece legal pra car*lho, cara.

Voltando para quando Kaya estava zoando seu beijo. Foi como beijar sua irmã para você?
O’Brien: Não, não foi como beijar minha irmã porque ela não é minha irmã, mas ela é minha amiga. Quero dizer, não, eu não sei. Beijar na tela é apenas, engraçado , você está apenas atuando e você está distraído por isso mais do que por qualquer coisa. Ou pelo menos eu sou assim. Na verdade, estou sempre longe dessas coisas como, “Eu me pergunto como eu beijei apenas agora.” Porque eu nunca tenho ideia! Eu estou sempre pensando no que está acontecendo. Foi bem isso. Não foi tipo, estranho.

Vocês são um elenco bem divertido. Qual a coisa mais divertida que aconteceu durante as filmagens?
O’Brien: Não sei, nós temos um monte. É apenas estar um com o outro todos os dias e nossa química é tão fácil. Somos literalmente um grande grupo de amigos, bons, ótimos amigos, como amizades duradouras e é muito legal. É como se estivéssemos família. O que nós fizemos? Logo no início, fomos para um pouco de diversão de Hayride, algo do tipo casa assombrada, foi paint-ball há um tempo atrás. Todos fomos para um jogo de basquete universitário neste fim de semana, eu dormi durante. Chick-fil-A aos sábados, algo que nós começamos primeiro porque Chick-fil-A é fechado aos domingos, isso rimou.

Mario Kart tem sido algo grande este ano. Todos nós jogamos o Wii Mario Kart e é muito engraçado porque jogamos tanto que estamos muito bons, somos uma elite do Mario Kart, nos dividimos e está sempre alguém que está no topo da classificação misturado. Acho que agora, quando voltamos para nossas vidas, se qualquer um de nós jogar Mario Kart em um grupo de pessoas simplesmente vai ser incrível no que faz. As pessoas vão ficar tipo, “O quê ?!” Percebemos que toda vez que alguém vem jogar com a gente, tipo um namorado ou namorada, eles não tem ideia do que estão fazendo enquanto nós somos especialistas nisso. É muito engraçado. [Risos]

Quem é seu personagem?
O’Brien: Nós fazemos os nossos próprios personagens, que é o que é bacana sobre isso, também. Nós literalmente criamos todos nós. Tipo existe o Dex, sou eu, todo mundo. E nós passamos por especificamente um grupo dizendo como eles devem ficar e outras coisas. Meu cara, estranhamente suficiente acabou sete pés de altura e gordura com uma enorme barba porque quando nós fizemos, eu tinha acabado de me livrar do meu cabelo facial para o filme e eu perdi muito. E eu parecia Matisyahu no videogame. Como um Papai Noel Matisyahu gordo.

Dexter Darden: Eles fizeram o download de Zelda.
O’Brien: Sério, é legal?

Darden: Esse é o novo.
O’Brien: O Thomas Brodie-Sangster não realmente se parece [Link]?

[Risos]

O’Brien: Isso não é ótimo? Deveria haver um filme de Zelda do Wes Ball estrelado pelo Thomas.

Tradução e adaptação: Equipe Dylan O’Brien Brasil

Publicado em 13, ago às 3:12
Dylan O’Brien e Kaya Scodelario concedem entrevista ao Hypable

Durante as filmagens de Maze Runner: Prova de Fogo, em dezembro do ano passado, o site Hypable conversou com Dylan O’Brien e Kaya Scodelario no set do filme. Na conversa, eles falam da diferença entre os dois filmes (Correr ou Morrer e Prova de Fogo), a relação de Thomas e Teresa e muito mais. Confira:

Com Dylan O’Brien:
O ator resolveu dirigir de Los Angeles para Albuquerque – uma viagem de 11 horas através do Sudoeste Americano – para os dois meses de gravação de Prova de Fogo.

Thomas no início do deserto:
“O primeiro filme girava em torno de Thomas se tornar o líder e, com toda essa persuasão, ele inevitavelmente se tornou a única chance deles de sair. Ele agora acabou de perder Chuck, e isso pesa muito sobre ele. O filme é uma continuação, então é possível retomar exatamente de onde a história parou (em Maze Runner), que é imediatamente após a morte de Chuck. Thomas tem agora um grande peso sobre seus ombros, ele se sente responsável por esse grupo de crianças. Ele sabe que ele era a razão (pelas suas dificuldades), e ele põe tudo à prova e agora é como se ‘Bom, eu espero que isso não acabe ainda pior.’ Assim, como um equilíbrio do fator culpa, ainda precisamos encontrar a força necessária para seguir em frente e não desistir.”

Sobre as principais diferenças entre “Correr ou Morrer” e “Prova de Fogo”:
Dylan: “Nós amamos filmar o primeiro. Foi como o nosso pequeno lar. A Clareira era literalmente o nosso pequeno acampamento. E, depois, teve o labirinto. Mas este eu sinto que a cada semana estamos em um local diferente. Por isso é muito legal. É muito maior, estamos no deserto, o covil de Jorge é muito legal. Todos estes novos lugares que você vai ver, mas, principalmente é tipo – nós não estamos mais presos. Estamos fora no mundo. E isso faz algo com nossos personagens. Eu acho que é interessante. Não estamos mais obrigados a ficar juntos. Portanto, este filme é muito sobre se vamos fazer essa escolha para ficarmos juntos.”

Sobre lesões reais:
Dylan: “No primeiro, meu ombro ficava tipo – espera um pouco… [move os ombros] Você ouviu isso?! Essa é a minha lesão no ombro de Maze Runner. E eu tinha um problema no joelho direito desde o primeiro que eu acho que agora diminuiu. E esse até agora, quero dizer – começamos faz poucas semanas. Mas você sabe, sempre tem partes físicas por isso há sempre coisas [acontecendo com seu corpo].”

Sobre a relação do Thomas com Brenda e Teresa, o romance “nunca está em primeiro plano”:
Dylan “Outra coisa que eu amo sobre a nossa história é que nós nunca insistimos no romance. Isso nunca está em primeiro plano. Nem por um segundo. O que tem são conexões muito pessoais. São duas conexões muito diferentes entre Thomas e Teresa, e Thomas e Brenda. Acho que para Thomas e Teresa no primeiro filme é uma zona de conforto. Faz eles se sentirem em casa. É uma sensação familiar basicamente. ‘Sim isso me faz sentir seguro. Eu me lembro de você’. E tem algo bem doce e romântico nisso por si mesmo, sem ter uma cena de beijo, sabe? Isso que eu amo no filme. Porque não tem um espaço para parar e fazer isso. Isso não é realístico. E tentamos fazer isso da maneira mais real possível. Sem ofender qualquer outro filme mas – eu amo esses filmes, mas então odeio quando de repente eles estão se pegando e eu fico tipo ‘Okay, mas PESSOAS ESTÃO MORRENDO! SUAS VIDAS ESTÃO EM PERIGO!

Então nessa história obviamente Thomas e Teresa vivem a primeira tensão. Meio que um desentendimento. Ela faz algo bem grande e simultaneamente ele encontra Brenda e tem uma conexão com ela. Tem uma diferença aí. Brenda é TÃO DIFERENTE da Teresa. Elas são personagens tão diferentes e tem relações completamente diferentes. Eles se encontram num ponto e ele sente empatia por ela. Ele meio que entende seu passado e acho que simpatiza com ela. Mas novamente não fica na cara tipo não é como “Eu conheci Brenda, agora vamos marcar um encontro.” Prefiro que isso seja cultivado pela plateia. Tipo eles ficaram ‘Oh, eu gosto desses dois’, em vez de ser jogado em você ou forçado em você. E eu tenho plena fé que esse vai ser o caso. Sinto que eles vão torcer pela minha conexão com Brenda, e acho que vão ter pessoas torcendo pela minha conexão com Teresa. E eles vão estar torcendo por nós, apesar de talvez nunca acontecer. Quem sabe o que vai acontecer no terceiro filme!”

Sobre a relação de Thomas e Teresa: ‘Vai contra o caminho’:
Kaya: “O que eu sempre amei sobre o tipo de seu relacionamento e a razão pela qual eu quis fazer este trabalho é porque ele meio que vai contra o caminho. Não há nenhum elemento romântico e não precisa ter. Porque não há tempo. Estes garotos estão todos tentando como sobreviver e dar o próximo passo durante qualquer situação que eles estão. Então, não temos um momento em que eles andam fora na floresta e se beijam. Porque é ridículo. Não é como as mulheres trabalham. Queremos sobreviver tanto quanto e queremos lutar tanto quanto. Nós estamos no mesmo tipo de circunstâncias. Este filme para mim é uma grande perseguição. Eles estão correndo e correndo contra o tempo e eles estão correndo dos Cranks e do CRUEL e há todos esses elementos nisso. Então é tudo sobre eles confiarem uns nos outros, tentando reunir o grupo muito mais, e ficando com ele. Então nós meio que tentamos ficar longe do elemento romântico novamente, porque – quer dizer a conexão entre eles para mim é tão especial. Eu tenho um monte de amigos do sexo masculino e é o mesmo tipo de ligação que tenho com eles. E isso não significa que temos de beijar. Não significa. Não é o mundo em que vivemos mais. E para eles simplesmente que não há tempo para isso.”

Créditos: The Maze Runner Brasil