RESULTADOS:


Foi anunciado na Comic Com de San Diego a sexta e última temporada de Teen Wolf. A primeira parte da temporada já foi gravada, e o elenco está em turnê para divulgação da série. Assista ao trailer da última temporada aqui.

Como sabemos, Dylan não está participando da turnê de divulgação de Teen Wolf, pois está em Londres gravando o filme American Assassin, mas Stiles continua sendo o foco central da primeira parte da sexta temporada da série.

A Entertainment Weekly divulgou uma matéria com algumas novidades sobre Teen Wolf e mostrou o novo pôster que tem Stiles e Scott como destaques. Acompanhe a matéria traduzida:

 

Novo pôster de Teen Wolf coloca Stiles em destaque

Algumas surpresas estão reservadas para os fãs do Xerife Stilinski

Onde está Stiles? E melhor ainda, quem é Stiles? Essas são as perguntas centrais da próxima e última temporada de Teen Wolf.

Como sabemos, Stiles é raptado pelos Cavaleiros Fantasmas – novos vilões da série – na premiere da sexta temporada, e na mais nova arte da MTV, Stiles está na frente e no centro, com apenas um raio separando-o de Scott. Isso provavelmente tem algo a ver com o fato de que ser sequestrado pelos cavaleiros fantasmas significa ter toda a sua existência apagada, então vamos esperar que Scott seja capaz de lembrar do seu melhor amigo depois que ele sumir. (Spoiler: Não vai demorar muito para ele perceber que alguma coisa está faltando.)

Mas Scott não é o único afetado pela falta de Stiles. Quando veio a elaboração das histórias dos personagens sem o Stiles, o produtor de Teen Wolf, Jeff Davis, disse que não foi um desafio fácil. “Foi realmente muito difícil pra gente ter que olhar pra Scott, Lydia, e Malia, mas o mais difícil provavelmente é Xerife Stilinski, de repente pensar que Stilinski poderia viver como se nunca tivesse tido um filho”. Davis acrescentou “Haverá algumas surpresas com seu personagem em relação a sua vida, que vai muito além de ser um xerife.

 

Novo pôster de divulgação da última temporada.

 

A 6A de Teen Wolf estreia dia 15 de novembro, na MTV dos Estados Unidos. Fique ligado no DOBR para mais novidades.

Publicado por Gisele Alegre em 23.09

Dia 06 de outubro estreia no Brasil o filme Horizonte Profundo – Desastre no Golfo, em que Dylan O’Brien interpreta Calleb Holloway, um sobrevivente da grande tragédia na plataforma de petróleo, em 2010. O longa, dirigido por Peter Berg, está em fase de divulgação, sendo assim o elenco e a produção vêm concedendo várias entrevistas para promover o filme, que terá sua estreia dia 30 de setembro, nos Estados Unidos.

O Produtor de Horizonte Profundo, Lorenzo di Boaventura, em entrevista para o site The Hollywood Reporter, falou um pouco sobre o acidente do Dylan, durante as gravações de A Cura Mortal, em março.

 

THR: Dylan O’Brien, seu astro de American Assassin, teve um acidente horrível no set de Maze Runner: A Cura Mortal. Ele está curado?

Lorenzo: Ele está muito melhor. Isso foi mais do que desconcertante. Eu não o vi em sua pior forma, mas me contaram. Foi realmente assustador. Ele chegou perto de morrer, eu tenho certeza. Isso foi o suficiente para abalar o seu interior.

 

Desde o início de setembro, Dylan está em Londres para a gravação de seu novo filme de ação, American Assassin, no qual viverá o papel de Mitch Rapp. Saiba mais sobre esse personagem aqui.

Fique ligado no DOBR para mais novidades!

 

Publicado por Gisele Alegre em 23.09

No último domingo (11), o twitter oficial do filme American Assassin, novo projeto de Dylan O’Brien, divulgou a primeira imagem do ator como Mitch Rapp, o agente anti-terrorismo da CIA e protagonista da trama.

“Uma imagem de bastidores do teste de câmera de Dylan O’Brien como Mitch Rapp. Vai ser uma semana movimentada para os fãs de American Assassin.”

A foto foi tirada durante os bastidores do teste de câmera de Dylan e é apenas a primeira em uma semana que promete ser cheia de novidades sobre a adaptação cinematográfica dos livros de Vince Flynn.

Além de O’Brien, outros atores confirmados no filme são Michael Keaton, Taylor Kitsch, Saana Lathan e Shiva Negar. A direção ficará por conta de Michael Cuesta, o roteiro é de Stephen Schiff e os produtores são Lorenzo di Bonaventura e Nick Wechsler.

American Assassin tem previsão de estreia para o segundo semestre de 2017, fiquem ligados no DOBR para não perder nenhuma novidade.

Publicado por Ana Paula Souza em 12.09

J.R. Bourne, que interpreta o caçador Chris Argent em Teen Wolf, concedeu ontem, (3), uma entrevista ao site The Wrap, em que fala sobre a temporada final da série. Quando perguntado sobre a recuperação de Dylan, Bourne fez suas considerações sobre o caso:

The Wrap: Acho que todos estão se perguntando sobre Dylan O’Brien e como ele está se recuperando do acidente.

J.R. Bourne: Ele está ótimo. Estou tentando deixá-lo a vontade, conversei com ele por mensagens só para que ele soubesse que está em meus pensamentos. Mas até onde eu sei, ele está bem.

Bourne também disse que se sente bem com a forma como estão contando o final da série, mas que sentirá muita falta quando tudo acabar.

A sexta e última temporada de Teen Wolf terá sua estreia em 15 de novembro desse ano. Fique ligado no DOBR para mais novidades!

Publicado por Gisele Alegre em 05.09

As gravações de A Cura Mortal, terceiro e último filme da saga Maze Runner, retornam em fevereiro de 2017. As filmagens foram suspensas após o acidente ocorrido com Dylan O’Brien no set de gravações em março desse ano. Após alguns meses para Dylan se recuperar, a produção volta com tudo no começo do próximo ano. Confira a notícia publicada pelo site Deadline nessa segunda-feira (29):

EXCLUSIVO: fontes contaram ao Deadline que a produção de Maze Runner: A Cura Mortal será retomada em fevereiro. A produção foi interrompida depois que Dylan O’Brien foi afastado e hospitalizado com machucados no rosto devido aos sérios ferimentos sofridos no set de filmagens em março enquanto filmava o terceiro filme da popular franquia.
A produção deveria ser retomada no dia 9 de maio, mas foi adiada, junto com a data de estreia, para dar mais tempo para Dylan se recuperar. A Fox adiou a estreia do filme de 17 de fevereiro de 2017 para 12 de janeiro de 2018. Foi dito que Dylan caiu de um set, feito para parecer a parte de trás de um trem, e fraturou ou a bochecha ou a órbita. A equipe se separou após os adiamentos das datas, mas as agendas foram programadas para que a produção seja retomada no começo do próximo ano, porém em local diferente.
Maze Runner: A Cura Mortal ainda será dirigido por Wes Ball. O roteiro de T. S. Nowlin foi adaptado da popular série escrita por James Dashner. Os produtores são Wyck Godfrey, Ellen Goldsmith-Vein e Lee Stollman.

Maze Runner: A Cura Mortal estreia em 11 de janeiro de 2018 nos cinemas brasileiros. Continue nos acompanhando para mais novidades.

Publicado por Lara Bezerra em 29.08

A co-estrela no filme “A Primeira Vez” e namorada de Dylan, Britt Robertson, está na fase de conferência de imprensa para o filme Mr. Church. Durante a rotina de várias entrevistas, Britt citou Dylan e o declarou como sendo seu parceiro de cena favorito! Confira a entrevista abaixo:

 

 


 

LEGENDA:
E: Ao vivo no Facebook, temos uma pergunta de um dos fãs!

B: O quêee?!

P: Ben gostaria de saber: “Entre seus lindos e talentosos parceiros de cena estão _George Clooney, Eddie Murphy, Dylan O’Brien, Christian Slater, Justin Long, Asa Butterfield e Scott Eastwood, entre outros. Você tem algum favorito?

B: Sim! Eu tenho! O parceiro de cena! Mais! Favorito! De todos! Dylan O’Brien seria o meu favorito.

E: Dylan O’Brien? Interessante, porque essa é uma boa pergunta feita pelo Ben. Essa lista é bem impressionante. Nós pedimos pra você escolher um, e você tem um favorito.

B: Tem que ser DOB!

E: Por que DOB?

B: Porque nós fizemos um filme juntos chamado “A Primeira Vez” e foi uma das experiências mais únicas, porque todo o processo de ensaio e basicamente a gravação daquele filme inteiro era ele, eu e o diretor Jon Kasdan, e nós três realmente criamos esse jeito superespecial e único de ensaiar. Tipo, nós íamos pra casa de Jon todos os dias, repassávamos as cenas… O filme todo é como uma peça, só nós dois conversando o tempo todo, o que é algo bem difícil de fazer, tivemos que ensaiar muito. E tinha algo muito especial nessa ligação, sabe, de realmente entender onde cada um está, a história que você está tentando contar, o momento que está tentando mostrar, mas ainda tendo espontaneidade o suficiente pra você estar ali, no momento. Não sei, eu nunca trabalhei desse jeito, eu amei trabalhar com o Dylan e… Você sabe, ele é um ator muito legal e eu adorei essa experiência, ele é meu favorito.

E: Isso é muito fofo, e é um filme muito doce também.

B: É!

E: Então, vocês ainda mantêm contato, ainda são amigos?

B: Ele é meu namorado.

E: Ah, então está explicado!

B: É por isso que ele é o meu favorito.

E: Aí está. Eu deveria saber disso. Mas como ele está? Ele esteve internado no início do ano.

B: Eu não vou falar sobre isso…

E: Ok.

B: Todo mundo vai surtar por isso, mas não se preocupem, está tudo bem!

E: Desculpe por isso!

Legenda: Equipe Dylan O’Brien Brasil.

Publicado por Juliane Brizola em 24.08

Se ainda havia alguma dúvida sobre Dylan O’Brien em American Assassin, agora não mais! Hoje (18), o The Hollywood Reporter publicou com exclusividade a respeito do filme, confirmando a participação do ator e informando que Taylor Kitsch se juntou ao elenco. Leia abaixo o que circulou na mídia ao longo do dia, traduzido pelo DOBR:

Taylor Kitsch se junta a Dylan O’Brien em American Assassin (Exclusivo)
The Hollywood Reporter

Taylor Kitsch atuará como o vilão em American Assassin, suspense de ação da CBS Films e da Lionsgate baseado na série de best-sellers de Vince Flynn, tendo como estrelas Dylan O’Brien e Michael Keaton.

Michael Cuesta está dirigindo o projeto do longa, que tem O’Brien representando o herói de Flynn, Mitch Rapp, um estudante de linguística árabe que se junta à CIA como um assassino depois de sua namorada ser morta em um ataque terrorista. Keaton está representando seu mentor relutante, um veterano da Guerra Fria. Quando os dois são alistados pela CIA para investigar uma onda de ataques aparentemente aleatórios em ambos os alvos militares e civis, as pistas levam a uma intenção misteriosa em começar uma guerra mundial no Oriente Médio. Kitsch representará o vilão ativista.

O filme, que às vezes usa o título de trabalho The Long Walk (A Longa Caminhada), planeja começar as filmagens em setembro em Londres e Budapeste. Stephen Schiff escreveu o roteiro e Di Bonaventura Pictures e Nick Wechsler Productions estão produzindo. O VP sênior de produção Mark Ross e o VP de produção Alex Ginno estão supervisionando o projeto e o filme será co-financiado pela CBS Films e pela Lionsgate, tendo a primeira cuidando da produção e do marketing e a segunda cuidando da distribuição.

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Taylor Kitsch se junta à Dylan O’Brien em American Assassin como vilão
Variety

Publicado pela Atria Books e em brochura pela Pocket Books, ambos da Simon & Schuster, American Assassin é um dos 14 livros que se passam no mundo do ativista contraterrorismo Mitch Rapp. Todos foram bestsellers do New York Times e os 3 publicados mais recentemente foram número um na lista do jornal norte-americano. A série vendeu quase 20 milhões de cópias até o momento.

Em resposta a uma fã no Twitter, a própria CBS Films confirmou Dylan O’Brien como Mitch Rapp no filme:

@Stydia03 então isso significa que Dylan também está 100% confirmado para interpretar Mitch, certo?

@CBSFilms 100% – treinando agora

O filme ainda não tem data de estreia definida. Continue acompanhando o DOBR para saber todas as novidades a respeito do longa!

Tradução e Adaptação: Equipe Dylan O’Brien Brasil.

Publicado por Arthur Aguilhar em 18.08

Na última sexta-feira (12), o jornal Tampa Bay Times publicou uma matéria sobre a produção do filme Deepwater Horizon, mostrando relatos de sobreviventes e familiares das vítimas do grande desastre.
Confira:

NOVA ORLEANS: Em uma agradável noite em terra firme,
o inferno explode de novo em Deepwater Horizon

Não é a plataforma de petróleo British Petroleum que explodiu em 20 de abril de 2010, desencadeando uma catástrofe ambiental no Golfo do México, mas uma réplica parcial construída quase à mesma escala em um parque de diversões abandonado. Desta vez, o holocausto é controlado. Ninguém vai morrer. Só nos filmes.

Monitores de circuito fechado mantem os visitantes do set de filmagens de Deepwater Horizon assistindo a uma distância segura. Nas telas, os atores Mark Wahlberg e Kurt Russell lutam para lançar um barco salva-vidas, enquanto o fogo ruge e uma plataforma hidráulica inclina. Três vezes a confusão é repetida para o diretor Peter Berg escolher a cena mais emocionante, um momento culminante nesta produção de 150 milhões de dólares, previsto para estrear em todo o país (EUA) no dia 30 de setembro.

Visto fora de contexto, a cena parece e soa como apenas mais um filme de desastre. Isso é exatamente o que os cineastas não querem que Deepwater Horizon seja.

“Você se lembra todos os dias do por que você está fazendo isso, e para quem você está fazendo isso.” Wahlberg disse anteriormente. “As 11 pessoas que perderam a vida e as pessoas que foram afetadas por isso.”


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A Deepwater Horizon era uma moderna plataforma de perfuração de petróleo em alto mar, que sete meses antes perfurou o maior poço de petróleo da história, mais de 35.000 pés. Quando explodiu, 126 membros da tripulação estavam a bordo. Uma erupção de lama de perfuração e gás metano inflamaram quando o sistema de segurança contra explosões da plataforma falhou. Os investigadores viriam culpar o desastre, principalmente pelas medidas de corte de custos e tempo da BP, além de negligência do proprietário da plataforma, a Transocean.

Como resultado, o poço jorrou petróleo no Golfo do México por quase três meses. Correntes arrastaram o desastre em terra, para as comunidades costeiras, onde os números do turismo e da indústria de frutos do mar tiveram diminuições acentuadas. Bilhões de dólares em multas e restituições ordenadas pelos tribunais ainda estão sendo classificadas.

O filme de Berg não examina os custos ecológicos e financeiros. Ele termina com os sobreviventes da Deepwater Horizon sendo resgatados, depois de detalhar as circunstâncias que levaram à morte de 11 homens.

Wahlberg vê a mesma bravura nos tripulantes que ele já retratou antes, entre os condenados pescadores de águas profundas em “Mar em Fúria”, e a emboscada da U.S. Navy SEALs em “O Grande Herói”. “Comprometemo-nos a fazer o filme para comunicar à todas as famílias que esse é o nosso foco”, disse Wahlberg. Pelo menos um sobrevivente é cético.

“Há respeito e há verdade”, Patrick Morgan de McCool, Mississippi, disse por telefone. “E se eles não estão dizendo a verdade, então eu não acho que eles estão mostrando muito respeito. Você sabe como Hollywood é, eles só aparecem para fazer dinheiro.”

Morgan, 47, era um perfurador assistente na Deepwater Horizon, que foi levado da plataforma em uma maca, carregado em um barco salva-vidas, com as costas e pescoço gravemente feridos. Depois de se recuperar, a Transocean o contratou para trabalhar em outro equipamento, mas a experiência foi muito traumática para Morgan e sua família. Ele agora trabalha em terra como técnico da AT&T.

Pressionado pelo exemplo de que Deepwater Horizon estava faltando com a verdade, Morgan disse: “Desde os trailers que eu vi que algumas pessoas que estão sendo retratadas como heróis e coisa do tipo, mas eles não são. Bem, não que eles não sejam heróis, mas havia heróis maiores que deveriam ter sido retratados.” Quando perguntado se ele se referia ao elenco de Wahlberg, como o principal técnico de eletrônica Mike Williams, consultor do filme, Morgan simplesmente respondeu: “Sim.”

Williams se tornou a face não-oficial da equipe após uma entrevista de 60 minutos em 2010, destacando sua ousadia em um salto de 80 pés do alto da plataforma. A fuga é inegavelmente cinematográfica, com trailers de acrobacias para Deepwater Horizon usar como um gancho visual.

“Você tem que descobrir a partir do ponto de vista de quem você quer contar a história”, disse Wahlberg. “Nós sempre pensamos, depois de ver os 60 minutos da peça, que era bastante óbvio, deveria ser do Mike.”

Além da entrada de Williams, os produtores de Deepwater Horizon tomaram medidas extras para garantir o respeito para todos da equipe e suas profissões. Os sobreviventes e as famílias das vítimas foram convidadas para o set. Eles viram os atores interpretando seus entes queridos, e ouviu Berg prometer autenticidade semelhante ao seu trabalho anterior baseado em fatos reais, com Wahlberg, O Grande Herói. Repórteres de quatro publicações da Costa do Golfo, incluindo o Tampa Bay Times, fizeram um tour semelhante em julho de 2015.

Durante uma pausa nas filmagens, Wahlberg salientou o seu compromisso de retratar a coragem e sacrifício da tripulação da plataforma Deepwater Horizon. “[A mídia] parece perder o contato – pelo menos alguns dos meios de comunicação – com o elemento humano da história”, disse Wahlberg. “Eles estavam focados no desastre ambiental, que obviamente foi horrível, mas você está falando de cerca de 11 pessoas perdendo suas vidas, e isso é muito importante. Isso deve ser sempre o aspecto mais importante disso tudo.”

Ainda assim, esta é uma história não apenas de vidas, mas dos meios de vida dos “colarinhos-azuis”. Apesar de sua experiência, Morgan aprova perfuração marítima e suas oportunidades de emprego. Ele está preocupado que o filme possa inspirar mais protestos ambientais contra essa prática. “Eu percebo que alguém foi obrigado a fazer um filme sobre isso”, disse Morgan. “Eu só não quero ver a política, o politicamente correto e toda essa porcaria envolvida nisso”. Nas dificuldades econômicas, os trabalhos podem superam a tragédia pessoal.

“Mesmo eu tendo perdido alguém, eu ainda tenho família que trabalha no ramo do petróleo”, disse Sheryl Revette, cujo marido, Dewey, foi morto na explosão. “A vida é assim”. Ao contrário de Morgan, Revette aceitou o convite para visitar o set de filmagem no verão passado. “No começo foi um misto de emoções”, disse ela por telefone, de sua casa em State Line, Mississippi. “Nós queríamos tentar e ter uma ideia de como eles iriam retratar a história, como os nossos trabalhadores seriam mostrados, a plataforma em si … se seriam a favor da perfuração ou contra, quais diretrizes eles seguiriam “. No set, o produtor Mark Vahradian disse que envolver os sobreviventes é “um processo muito cuidadoso.” “Estávamos preocupados com isso desde o início …”, disse Vahradian. “Isso poderia ser visto como exploração.”

“As famílias estavam preocupadas em ter que testemunhar a morte de seus entes queridos neste filme, e até certo ponto eles iriam. Temos que ser honesto com eles sobre isso. Nós deixamos claro para eles que nós não estamos fazendo isso para explorar as mortes de seus entes queridos. Não é uma tomada de posição contra a perfuração marítima, ou um julgamento.”

Deepwater Horizon termina com o salvamento da tripulação sobrevivente, e faz isso de propósito. É o mesmo ponto onde uma história do New York Times de 2010 terminou. O filme é baseado nessa história, as horas finais de Deepwater Horizon, co-escrito pelo vencedor do Prêmio Pulitzer, David Barstow. “Eu não acho que se alguém assistir a este filme vai pensar que deturpa uma catástrofe natural”, Barstow disse, notando que a cobertura da mídia sobre o derramamento de petróleo rapidamente ofuscou o valor humano.

Barstow disse que o filme sublinha deficiências na segurança e na manutenção, criadas pelos cortes de custos da BP que levaram ao desastre. Barstow, ex-repórter do St. Petersburg Times, viu um corte precoce da Deepwater Horizon. Ele e a colega do New York Times, Stephanie Saul, são assessores técnicos do filme. “A versão que eu vi, eu não acho que alguém poderia ficar confuso sobre a má conduta corporativa que contribuiu para esse desastre”, disse Barstow. “O filme realmente enfrenta essas questões diretamente.”

Barstow citou “um momento incrível” entre Wahlberg e John Malkovich, no papel de supervisor da BP. “[Wahlberg] dá um tipo de lista de todas as coisas que estão quebradas nesta plataforma de petróleo, que eles precisavam consertar”, disse Barstow. “Na verdade, há alguns momentos em que eu estava assistindo, pensando que eles fizeram isso certo.”

Barstow descreveu “uma corrente de raiva” na comunidade de perfuração, “toda a atenção estava voltada para os pelicanos cobertos de petróleo enquanto você tinha as famílias de luto porque perderam alguém. Outras famílias estavam sentadas em vigílias nos hospitais, esperando a recuperação de seus entes queridos. Não há dúvida de que esta foi uma enorme catástrofe ambiental, mas no meio disso também é um desastre humano incrível.”

Produtores de Deepwater Horizon estão em contato com as famílias das vítimas, e organizam uma exibição privada que Revette não deseja participar. “Pessoalmente, eu não quero estar em um cinema com as outras famílias”, disse Revette. “Eu acho que nós deveríamos ser capazes de assistir ao filme separadamente. ” “É apenas uma grande e real montanha-russa de emoções. Sabendo que todos nós no final vamos perder alguém, vai ser muito difícil assistir. Se eu conseguisse um DVD e pudesse assistir ao filme em minha própria casa com minhas cinco caixas de Kleenex (lenços de papel) e um saco para hiperventilar, seria melhor. “

Morgan está dividido sobre como assistir uma reencenação do que ele viveu. “É isso mesmo”, disse ele. “Eu não quero assistir, mas também sei que a curiosidade vai ter o melhor de mim e, mais cedo ou mais tarde eu vou vê-lo.” Até esse momento, Morgan permanece em dúvida. “Há centenas de pessoas que sabem o que aconteceu naquela plataforma”, disse ele. “Hollywood certamente não sabe o que aconteceu naquela plataforma.”

Deepwater Horizon tem sua estreia no Brasil prevista para 29 de setembro. Continue de olho no DOBR para mais informações!

Tradução e adaptação: Equipe Dylan O’Brien Brasil.

Publicado por Priscila Silvestrone em 17.08